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Ministra da Saúde assegura que objetivos de vacinação no primeiro trimestre serão atingidos

Municípios de Lousada, Felgueiras e Paços de Ferreira analisam situação pandémica com ACES

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Fotografia: DGS

Os municípios de Lousada, Felgueiras e Paços de Ferreira reuniram, esta terça-feira, com o ACeS, para fazer um ponto da situação pandémica nos três territórios e abordar uma possível terceira vaga.

O vereador da Saúde da Câmara de Lousada, Nélson Oliveira,  relevou, na sua página oficial do facebook, o facto de lousada manter-se como o município do distrito do Porto com menor taxa de incidência, estando neste momento no nível de risco elevado (reduzindo recentemente do “muito elevado”).

“Esta situação poderá muito facilmente ser alterada nas próximas semanas, dada a realidade registada em todo o país, que neste momento já conta com um elevado número de surtos na zona do Alentejo”, disse, salientando que o ligeiro aumento de infeções verificadas recentemente prende-se com a quadra festiva que comemoramos recentemente.

“Na região e no nosso concelho tem existido um aumento do número de casos positivos, em relação à realidade existente antes do Natal. A explicação dada pela Autoridade de Saúde Local é que, como era de esperar, esta situação tem origem nos convívios familiares na quadra natalícia, sendo facilmente identificados os elos de ligação do contágio e correspondentes ao mesmo agregado”, avançou.

Fotografia: Câmara de Lousada

Apesar da situação em Lousada, nesta fase não ser tão alarmante como a de outros concelhos, o autarca reiterou a necessidade de se cumprir com as indicações das autoridades de saúde e estarmos atentos “ao aparecimento de sintomas e contactando logo a linha Saúde 24/ ADR ou Linha de Apoio Municipal”.

Nélson Oliveira manifestou, também,  que os municípios, em conjunto com as autoridades de saúde, ”já estão preparados e coordenados para enfrentarmos um aumento de novos casos, com o auxílio imprescindível das Equipas Multidisciplinares de Apoio”.

Quanto à vacinação,  o autarca recordou que esta “já está a ser levada a cabo junto dos profissionais de saúde dos nossos Centros de Saúde”, esclarecendo que a próxima fase passa “pela vacinação, segundo informações do ACeS, junto dos Lares (ERPI) nas próximas semanas de acordo com o nível de risco dos concelhos”.

“É importante entendermos que devemos manter todos os cuidados, independentemente de já termos uma vacina a ser administrada. O processo de vacinação será complexo e dependerá sempre da disponibilidade da industria farmacêutica em disponibilizar o número ideal de vacinas, num momento em que todos os países do mundo estão a vacinar a população e, por isso, torna-se muito difícil a obtenção atempada da vacina” acrescentou, recordando que “mais vale termos cautela e não enveredarmos em falsas expectativas de que tudo será resolvido rapidamente, porque não vai. A vacina trouxe-nos esperança mas não uma resolução imediata dos problemas. Mesmo vacinados, temos que manter cuidados durante algum tempo”.

Relativamente à disponibilidade de testes PCR ou testes moleculares, o responsável pela pasta da Saúde afirmou que o município contactou, esta terça-feira, o  “laboratório responsável pelo Centro de Testes do Complexo Desportivo de Lousada, sendo transmitido que não haverá qualquer falta de testes para enfrentar esta nova fase”.

“Como todos certamente sabem e observam a realidade de outros países, apesar da situação em Lousada ser, neste preciso momento, satisfatória face a outros concelhos, os aumentos recentes levam a que tenhamos mesmo que ter o máximo cuidado para baixarmos desde já a incidência na nossa região”, afiançou.

Também o presidente da Câmara de Lousada, Pedro Machado, aproveitou a sua publicação oficial, reagindo aos últimos indicadores da Direção-Geral de Saúde.

“Mantemo-nos como o concelho com o nível mais baixo de incidência do distrito, mas é necessário toda a cautela para enfrentarmos os próximos tempos e com os aumentos que se prevê para a região e todo o país”, assegurou.


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