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IPMA adverte para tempo frio entre esta terça e quinta-feira

Fotografia: Câmara de Cinfães

O Instituto Português do Mar e da Atmosfera (IPMA) adverte para a descida  acentuada das temperaturas mínimas entre esta terça e quinta-feira.

Segundo o IPMA, as previsões apontam para uma descida da temperatura mínima em todo o território do continente, hoje e amanhã, com valores entre “- 4ºC e 8ºC e temperatura máxima que varia entre 5ºC e 17ºC; vento de quadrante Leste (6 de janeiro), soprando mais intenso nas terras altas (até 45 km/h), a partir da madrugada e possibilidade de formação de neblina ou nevoeiro”.

O IPMA informa que poderá ocorrer a “possibilidade de chuva com congelação; formação de gelo e geada; possibilidade de neve nas terras altas (700/900 m), principalmente a sul do território, mais provável em S. Mamede. (06 e 07 de janeiro)”, alertando para o desconforto térmico elevado, devido à descida da temperatura mínima e aumento da intensidade do vento.

Face a este quadro meteorológico, o IPMA, alerta para as “intoxicações por inalação de gases, devido a inadequada ventilação, em habitações onde se utilizem aquecimentos com lareiras e braseiras; incêndios em habitações, resultantes da má utilização de lareiras e braseiras ou de avarias em circuitos elétricos e eventual formação de gelo em troços de estradas com ensombramento permanente”.

O IPMA adverte, também, para o “aumento do risco associado ao trafego rodoviário, quer pela queda de neve nas vias, quer pela formação de gelo e a necessária especial atenção aos grupos populacionais mais vulneráveis, crianças, idosos e pessoas portadoras de patologias crónicas e população sem-abrigo”.

Neste contexto, a Autoridade Nacional de Emergência e Proteção Civil (ANEPC)  defende a implementação de medidas preventivas através da adoção de comportamentos adequados, recomendando a nível da proteção individual “que se evite a exposição prolongada ao frio e às mudanças bruscas de temperatura; manter o corpo quente, através do uso de várias camadas de roupa, folgada e adaptada à temperatura ambiente” assim como a “proteção das extremidades do corpo (usando luvas, gorro, meias quentes e cachecol) e calçado quente e antiderrapante”.

Fotografia: Câmara de Cinfães

A ANEPC aconselha, também, à “ingestão de sopas e bebidas quentes, evitando o álcool que proporciona uma falsa sensação de calor”, advertindo para a “especial atenção com a proteção em termos de vestuário por parte de trabalhadores que exerçam a sua atividade no exterior, e evitar esforços excessivos resultantes dessa atividade”, acautelar “a prática de atividade física no exterior, prestando atenção às condições do piso para evitar quedas e prestar atenção aos grupos mais vulneráveis (crianças nos primeiros anos de vida, doentes crónicos, pessoas idosas ou em condição de maior isolamento, trabalhadores que exerçam atividade no exterior e pessoas sem abrigo)”.

Como medidas de proteção coletiva, a ANEPC aconselha “especial atenção aos aquecimentos com combustão (ex.: braseiras e lareiras), que podem causar intoxicação devido à acumulação de monóxido de carbono e levar à morte”, reiterando a necessidade de se assegurar “uma adequada ventilação das habitações, quando não for possível evitar o uso de braseiras ou lareiras; evitar o uso de dispositivos de aquecimento durante o sono, desligando sempre quaisquer aparelhos antes de se deitar”.

A ANEPC adverte, ainda, para os cuidados a ter na condução em locais onde se forme gelo na estrada, adotando uma condução defensiva, cumprindo com as informações da meteorologia e às indicações da Proteção Civil e Forças de Segurança.

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