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Cooperativa A Oficina lança campanha de comunicação institucional e nova revista

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Fotografia: A Oficina

A Oficina, Centro de Artes e Mesteres Tradicionais de Guimarães vai lançar no mês de janeiro uma campanha de comunicação institucional apresentada sob o mote “A Oficina é mais do que isso”, a par do lançamento de uma nova revista com o tema “Outros Futuros: práticas artísticas e sociais, depois de 2020”.

A Oficina, em comunicado enviado ao Novum Canal, esclarece que a nova revista terá “um novo rumo editorial dedicado à reflexão e ao pensamento, a partir da criação artística, interroga ideias, desígnios, debates, impasses, crises que fazem o nosso tempo, através de um conjunto de colaborações relevantes em resposta a eixos temáticos nas mais diversas áreas da cultura, da educação, do património. À imediatez privilegia-se o tempo, ao consumo frenético escolhe-se o sabor da leitura demorada”.

A Oficina – Centro de Artes e Mesteres Tradicionais de Guimarães, refere que a campanha agora lançada “pretende assim estimular cada um e todos os que com ela se cruzem, conferindo novos olhares sobre as oportunidades que regularmente coloca à disposição da comunidade – seja ela a comunidade aberta e interessada no ato de explorar várias e novas expressões artísticas através do consumo cultural, a comunidade artística, os professores que na sua companhia exploram e aprofundam novos caminhos e partilham os seus frutos com alunos e formandos, ou os próprios alunos em si, ao germinar nestes novas janelas de conhecimento e reflexão cultivando uma nova predisposição e sensibilidades artísticas (e humanas) enquanto consumidores e futuros produtores da matéria tão única e ao mesmo tempo plural a que chamamos arte”. 

A cooperativa de Guimarães afirma que atualmente organiza cinco eventos por ano: GUIdance (fevereiro), Westway LAB (abril), Festivais Gil Vicente (junho), Manta (setembro) e Guimarães Jazz (novembro).

“Na cidade, faz a Feira de Artesanato e as Festas da Cidade e Gualterianas. É, ainda, responsável pela gestão e programação de diferentes equipamentos culturais na cidade de Guimarães como o Centro Cultural Vila Flor (CCVF), um espaço com programação regular no domínio das artes do espetáculo, composto por dois auditórios, um café concerto e magníficos jardins que dão vida ao Palácio Vila Flor, edifício do século XVIII; o Centro Internacional das Artes José de Guimarães (CIAJG), uma estrutura dedicada à arte contemporânea que junta peças das três coleções que José de Guimarães reuniu nas últimas cinco décadas – Arte Africana, Arte Pré-Colombiana e Arte Chinesa Antiga –, bem como obras da autoria do artista e de outros artistas contemporâneos; a Casa da Memória (CDMG), um centro de interpretação que expõe e comunica testemunhos materiais e imateriais que contribuem para um melhor conhecimento da cultura, território e história de Guimarães”.

A Oficina integra ainda “um espaço de venda de artesanato local onde trabalham, diariamente, as artesãs d’A Oficina que garantem a produção do Bordado de Guimarães e da Cantarinha dos Namorados”.

 A este conjunto de equipamentos, junta-se também “o Centro de Criação de Candoso (CCC), uma antiga escola primária, transformada em 2012 num espaço de Residências Artísticas, que tem sido ponto de passagem obrigatório de centenas de artistas nacionais e estrangeiros. Espaço que tem na Black Box da Fábrica Asa uma extensão natural, sendo para aqui encaminhados os espetáculos das companhias em residência artística, na fase final da sua criação. E ainda o Espaço Oficina (EO) – o primeiro espaço habitado pel’A Oficina – que é atualmente um local de encontro de toda a rede criada em torno da companhia Teatro Oficina – criada em 1994 com o objetivo de dotar a cidade de uma estrutura capaz de combater as assimetrias regionais, proporcionando aos cidadãos espaços de formação e fruição cultural na área do teatro –, que inclui os alunos da Licenciatura em Teatro da Universidade do Minho, os participantes das Oficinas do Teatro Oficina, mas também os membros dos Grupos de Teatro de Amadores e os artistas do Gangue de Guimarães”. 

Fotografia: A Oficina

Através do “Mais Três – programa de aprendizagem na área das artes performativas, integrado nas Atividades de Enriquecimento Curricular e de Apoio à Família – e de outros projetos escolares, como o Pergunta ao Tempo e o Lições Iluminadas, A Oficina está presente em mais de 50 escolas do concelho de Guimarães, atingindo um total de cerca de 5.5000 crianças”, lê-se no comunicado que nos foi enviado que esclarece que no âmbito do “seu serviço de Educação e Mediação Cultural (EMC), A Oficina organiza, todos os anos, dezenas de espetáculos, conversas, visitas e workshops, nos seus equipamentos culturais, mas também nas escolas e noutras instituições, que apelam à descoberta, à imaginação, à criatividade e ao pensamento crítico”, promovendo, também, “formação certificada para professores e demais agentes educativos interessados do território, numa parceria com o Centro de Formação Francisco de Holanda que tem como objetivo aprofundar conteúdos pedagógicos e artísticos, que permitam a construção de novas experiências com os alunos”. 

A cooperativa de Guimarães avança, ainda, que “já editou mais de 90 publicações de diferentes temas, das artes visuais à música, passando pelas tradições e o património, onde se destacam os catálogos das exposições do Palácio Vila Flor e do Centro Internacional das Artes José de Guimarães e a revista anual ‘Veduta’ dedicada a pesquisas e projetos sobre o património cultural, que tem tornado visível aquilo que podia ficar na esfera dos especialistas. Centenas de artistas contemporâneos estão representados em mais de 70 exposições que já habitaram o Palácio Vila Flor e o Centro Internacional das Artes José de Guimarães”.   

A cooperativa manifesta que promove “todos os anos, vários eventos na cidade de Guimarães”, assumindo “múltiplas valências e frentes de ação, nomeadamente a gestão e programação de vários equipamentos culturais, a forte e crescente  aposta no apoio à criação, entre várias outras iniciativas de formação e sensibilização através das artes” e realizando anualmente cerca de “300 as atividades culturais, incluindo espetáculos, grandes eventos, oficinas, formações, entre outras”.

“São mais de 50 escolas e instituições do concelho de Guimarães com quem trabalha, junto de professores e cerca de 5.500 crianças. São cerca de 20 as residências artísticas que apoia todos os anos e que dão origem a outros tantos espetáculos”, acrescenta a instituição.


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