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Ministra apadrinha entrega de cinco habitações e elogia trabalho da CM Castelo de Paiva

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Fotografia: Câmara de Castelo de Paiva

A  Ministra da Coesão Territorial, Ana Abrunhosa, apadrinhou a entrega de cinco casas reconstruídas a famílias de Castelo de Paiva, na sequência dos incêndios de 2017, num ato simbólico que contou com a presença do  novo presidente da CCDR-Norte, António Cunha.

Na deslocação a Castelo de Paiva, a governante elogiou trabalho da CCDR Norte e da autarquia paivense.

Segundo a câmara municipal, a  governante visitou cinco habitações reconstruídas, em Santa Maria de Sardoura, Oliveira do Arda, Folgoso e Guirela, na União de Freguesias de Raiva, Pedorido e Paraíso, cujas chaves já tinham sido entregues pelo presidente da Câmara Municipal, Gonçalo Rocha, num momento simbólico que marcou o culminar de um processo gerido pela CCDR-N, no contexto do Programa de Apoio à Reconstrução de Habitação Permanente (PARHP) e que teve a estreita colaboração da autarquia local.

De acordo com o município, a Ministra da Coesão Territorial, reconheceu que “o processo não decorreu sem problemas e que as soluções são sempre tardias para quem espera”, recordando que “os resultados corresponderam aos objetivos”, sendo, no total, já 919 as famílias que, nas regiões Norte e Centro, viram as suas habitações recuperadas.

Na sua passagem por Castelo de Paiva, Ana Abrunhosa referiu que mais do que os números, “o que importa são as pessoas, famílias, empresas e vidas que beneficiaram deste esforço. Esta catástrofe que o país sofreu uniu cidadãos, associações, Juntas de Freguesia, municípios e Comissões de Coordenação e Desenvolvimento Regional na procura de soluções ajustadas às necessidades de cada território e de cada família”.

Fotografia: Câmara de Castelo de Paiva

Citada em comunicado, a governante destacou que “a nova ambição é a de que esta recuperação agora concretizada, possa simbolizar um olhar verdadeiramente atento, no presente e no futuro, aos problemas e necessidades do nosso Interior» e às extraordinárias valências de cada território “.

Acompanhado de todos os vereadores em regime de permanência, de técnicos da CCDR-N, autarcas locais, empreiteiros e de responsáveis municipais, Gonçalo Rocha, relevou o envolvimento do Governo neste processo da reconstrução destas habitações.

O chefe do executivo assinalanou o investimento estatal, tendo sublinhado também o empenho neste processo, da Comissão de Coordenação e Desenvolvimento da Região Norte (CCDRN) e da câmara que garantiu aos agregados familiares atingidos pela tragédia, o acompanhamento e apoio de que necessitavam, enquanto as suas casas eram intervencionadas.

O responsável pelo executivo, falando do investimento governamental, recordou que este incidiu sobre a elaboração de projetos, as obras em si e o apetrechamento das moradias que foram reconstruídas.

“Recorde-se que, o Programa de Apoio à Reconstrução de Habitação Permanente (PARHP) foi uma medida aprovada pelo Governo destinada a apoiar as pessoas singulares e os agregados que viram as suas habitações danificadas ou destruídas por incêndios ocorridos naquele ano, em vários concelhos das regiões Norte e Centro do país”, refere o comunicado, salientando que ao todo “nesta intervenção em Castelo de Paiva, no âmbito do PARHP, foram uma dezena de habitações totalmente reconstruídas, num investimento de cerca de 1 milhão de euros, e conforme tinha sido garantindo na ultima passagem da Ministra da Coesão Territorial pelo concelho, a recuperação destas casas foram adequadas aos desejos e necessidades dos seus proprietários”

 O município esclareceu ainda que “o concelho de Castelo de Paiva foi, na Região do Norte, o mais fustigado pelos incêndios de 2017, e sob coordenação da CCDR-N estiveram, igualmente, outros processos de reconstrução total ou parcial, sendo que foi da competência das CCDR, no respetivo âmbito territorial, a gestão e a coordenação global da aplicação dos apoios previstos no PARHP, incluindo a condução dos procedimentos necessários à sua atribuição, bem como a gestão das disponibilidades financeiras”.


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