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Trabalhos de 18 artistas da região expostos na Casa da Cultura de Paredes

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“De quem Ama”, assim se designa a mostra coletiva de pintura e escultura de artistas do Vale do Sousa que está patente na  Casa da Cultura de Paredes, que reúne 18 artistas, 32 obras, que poderão ser apreciadas até 29 de janeiro de 2021.

O curador desta mostra, José Rosinhas,  em declarações ao Novum Canal, parabenizou o trabalho do município e relevou a oportunidade de poder trabalhar com uma panóplia tão diversificada de artistas.

“São várias maneiras de olhar para o mundo e um certo tipo de tema. O que marca  esta mostra é a variedade e quantidade de diferenças de olhar e a forma como cada um dos artistas tem de pensar, de abordar e reinterpretar obras como a de Monet, Malhoa, Leonardo da Vinci ou eventualmente trazer algo de novo”, referiu, enfatizando o nível de qualidade da exposição e o facto de integrar trabalhos de arte sacra, arte contemporânea, um desenho apresentado por um arquiteto ou mesmo um desenho feito por uma professora.

“Todos conseguem responder ao mesmo item que é descobrir-se a si próprio através da pintura e da escultura. Acho que isso também tem muito de reflexão”, avançou, sustentando que cada autor acrescentou valor a esta mostra.

“Cada um trouxe algo de novo a esta exposição. São 38 obras, são 18 autores, cada um trouxe duas obras, e só posso estar contente por me terem dado a oportunidade de trabalhar com estes artistas, apesar de alguns não conhecê-los pessoalmente, mas é interessante conhecermos primeiro a obra e depois conhecer os artistas”, acrescentou.

A vereadora da Cultura da Câmara de Paredes, Beatriz Meireles, recordou que esta mostra partiu de uma sugestão dos Amigos da Cultura de Paredes, recordando que num ano como este fazia todo o sentido que a autarquia reunisse os vários artistas que passaram pela Casa da Cultura.

“Optamos por convidar artistas do concelho como de outros municípios. Apesar deste ser um ano difícil, não deixa de fazer sentido valorizarmos a arte, a beleza, a bondade que a arte nos dá”, retorquiu.  

A autarca partilhou que conseguiu “ver nestas obras aquilo que não viveu este ano”.

“Aquilo que senti quando os artistas vieram cá entregar as obras foi como se de filhos se tratassem. Senti que havia uma grande alegria e uma grande esperança, apesar de tudo. Consegui ver nestas obras aquilo que não vivi este ano, por exemplo, a mão de um idoso a quem não podemos dar a nossa, uma viagem que não fizemos, o sol a percorrer o rio a brilhar ou estarmos livremente deitados na relva a refrescarmos os pés. Aqui consegui ver isso tudo e a alegria dos artistas. Acho que a arte é o melhor que a vida nos pode dar porque faz parte da própria vida”, afiançou.

Também o presidente da Câmara de Paredes, Alexandre Almeida, parabenizou a vereadora da Cultura, por ter reunido num mesmo espaço uma plêiade diversificada de artistas de diferentes áreas, numa curadoria de José Rosinhas.

“Acho que curador procurou dar toda uma coerência aos trabalhos expostos e quem tiver a oportunidade de visitar esta exposição seguramente terá a oportunidade de ficar a conhecer mais ao pormenor o trabalho destes artistas”, avançou.


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