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“Restauração regista aumento de 59% no número de desempregados”, segundo IEFP.

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Fotografia: AHRESP

 A Associação da Hotelaria, Restauração e Similares de Portugal (AHRESP) refere eu com base na Informação Mensal do Mercado de Emprego, divulgada pelo IEFP (Instituto de Emprego e Formação Profissional) o “setor de Alojamento e Restauração regista aumento de 59% no número de desempregados”.

“De acordo com a Informação Mensal do Mercado de Emprego, divulgada pelo IEFP (Instituto de Emprego e Formação Profissional), o total de desempregados registados nos Serviços de Emprego no final do mês de novembro de 2020 situou-se nos 398.287, um aumento de +30,2% relativamente a novembro de 2019. A nível regional, e acompanhando a tendência dos meses anteriores, o aumento homólogo mais pronunciado deu-se na região do Algarve (+67,6%). No oposto, encontra-se a região dos Açores, com uma quebra de -0,5% no número de desempregados. O aumento no total de desempregados registou maior expressão no setor dos Serviços, especialmente nas atividades de Alojamento, Restauração e Similares, onde foi verificada uma subida de +59,0% no número de desempregados registados no IEFP comparativamente a novembro de 2019”, lê-se na nota que a AHRESP nos enviou.

Fotografia: AHRESP

Com base em previsões da OCDE, a associação avança que “a recuperação da atividade turística ocorrerá mais lentamente que o previsto”.

“Segundo previsões da OCDE, o elevado grau de incerteza na evolução da pandemia e o peso relevante do turismo no PIB português, que se espera ter uma retoma mais lenta que o previsto, reduzirão o ritmo de recuperação da economia. A OCDE defende que o Governo deve garantir que o levantamento gradual das medidas de apoio só ocorra quando a recuperação económica estiver a avançar a um bom ritmo”, refere a instituição.

Remetendo para dados da Organização Mundial de Turismo (OMT), a AHRESP esclarece, por outro lado, que “2020 é o pior ano da história do turismo”.

“Segundo dados da Organização Mundial de Turismo (OMT), as chegadas internacionais caíram 72% nos primeiros 10 meses do ano, devido às restrições impostas às viagens e aos baixos níveis de confiança dos consumidores, o que contribuiu para que 2020 seja o pior ano já registado na história do turismo. Até outubro de 2020, registou-se uma perda equivalente a 768 mil milhões de euros em receitas do turismo internacional, face ao mesmo período de 2019. Até ao final do ano, prevê-se que o turismo regresse aos níveis registados há 30 anos, com menos mil milhões de chegadas internacionais e uma perda de 900 mil milhões de euros. Os cenários apresentados pela OMT para 2021-2024 apontam para uma recuperação no segundo semestre de 2021. No entanto, um regresso aos níveis de 2019, em termos de chegadas internacionais, poderá tardar entre dois anos e meio e quatro anos”, avisa a associação no seu boletim diário.


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