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JS Paredes reivindica mais recursos para CHTS e nova unidade se se justificar

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Fotografia: JS Paredes

A Juventude Socialista de Paredes (JS) defende o reforço dos recursos humanos e materiais e não excluiu a possibilidade de que seja construída uma nova unidade se se tal justificar, numa reação ao que considera ser a situação “penosa que atravessa o Centro Hospitalar do Tâmega e Sousa (CHTS)”.

“Cabe-nos exprimir o nosso direito a reivindicar uma cobertura de saúde  capaz de dar resposta a uma população de mais de 500 mil pessoas, ou seja,  reivindicar o direito à saúde plasmado no artigo 64.º da Constituição da República Portuguesa. Assim,  mostra-se premente denunciar a insuficiência do centro hospitalar do Tâmega e Sousa, exigir  um reforço do investimento de profissionais de saúde, e se necessário se revelar, uma  nova unidade hospitalar que responda a insuficiências de anos e que concretize  direitos fundamentais. No fundo concretizar a ideário que António Arnaut incutiu na criação do  Sistema Nacional de Saúde. Se assim não o fizermos, continuaremos a desempenhar o nosso papel  habitual de contribuintes úteis e de cidadãos esquecidos”, refere a JS que invoca “um investimento, através de um esforço  conjunto entre Governo Central e poder autárquico, nos recursos humanos  e materiais do Centro Hospitalar do Tâmega e Sousa, incluindo, se assim  se mostrar a solução mais adequada ou premente, a criação de uma nova unidade  hospitalar”.

Na nota de imprensa, com a designação “Saúde para o Vale do Sousa”, a JS Paredes recorda que foi no Vale do Sousa que a primeira e também a segunda vaga se fizeram sentir com mais intensidade e que urge tomar “por nossos os problemas que são de todos”.

“O tempo que vivemos é um tempo de incerteza. No entanto, no meio de  todas estas incertezas, emerge uma garantia. A garantia de que a região do Vale do Sousa, que partilha um conjunto de características geográficas, económicas, políticas, demográficas e sociais, foi, sem margens para dúvidas, o local que, desde a primeira hora, mais foi  vitimado nesta pandemia. Foi no Vale do Sousa que, na primeira vaga, o vírus surgiu no nosso país  e foi aqui que a segunda vaga se verificou com a intensidade que hoje  experienciamos. Só a pura ingenuidade poderá pensar que existe algum tipo de coincidência nestes  factos. Urge, nesse sentido, tomarmos por nossos os problemas que são de todos e  adotarmos uma posição política conjunta que tenha o Vale do Sousa como mais do que um  aglomerado de territórios, mas sim, como uma identidade comum, digna e reivindicativa  do que esta merece”, avança a estrutura partidária jovem socialista.

Fotografia: JS Paredes

A JS Paredes aponta como principais razões para a severidade desta pandemia na região, a sua densidade populacional, as características do tecido económico e laboral, entre outras.

“As razões da severidade desta pandemia na nossa região são relativamente  fáceis de encontrar. Estão relacionadas com a densidade populacional desta região  (bastante acima da média do Norte do país), com as características do nosso tecido  económico e laboral – assente em indústrias de mão de obra intensiva onde são impossíveis práticas de  teletrabalho em grande escala – e, porque também é útil o assumir das nossas  fragilidades, a pobreza, os baixos salários e a consequente falta de condições habitacionais que  torna ainda mais insuportável o confinamento e a etiqueta respiratória”, lê-se na nota de imprensa que nos foi enviada.

A JS Paredes esclarece, por outro lado, que o Centro Hospitalar do Tâmega e Sousa, projetado para servir 350 mil pessoas  serve, na realidade, mais de meio milhão provenientes de 12 concelhos e quatro distritos.

“Perante este cenário, que nada tem de recente, pois devemos recordar que  o Centro Hospitalar do Tâmega e Sousa, projetado para servir 350 mil pessoas  serve, na realidade, mais de meio milhão provenientes de 12 concelhos e 4 distritos. Esta  realidade ajuda a que este Centro Hospitalar venha sendo o que apresenta o pior serviço de  urgência na região do Porto. Nesta senda, resta acrescentar que o mesmo se encontrava desde 15  de janeiro de 2020, até pelo menos 8 de Novembro deste ano, sem diretor do Serviço de  Urgência. Serviço esse que se encontra com as suas instalações impedidas de serem ampliadas visto o projeto referente as mesmas, estar desde 2017 à espera do despacho do Ministério das  Finanças”, aludem  os jovens socialistas paredenses.


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