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Luís Rego confessa que Museu da Banda de Freamunde é a menina dos seus olhos

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Fotografia: Câmara de Paços de Ferreira

O ex-diretor e presidente da Banda Musical de Freamunde confessou que o museu da Banda Musical, fundado por si, e que passou, desde este domingo a ter o seu nome, numa homenagem da Associação Musical de Freamunde, é a menina dos seus olhos.

Ao Novum Canal, Luís Rego realçou que foi com orgulho, regozijo e satisfação que participou nesta homenagem de atribuição do seu nome ao Museu da Banda.

“Foi uma homenagem que não contava com ela, mas que me encheu de alegria e satisfação”, disse, salientando ter estado ligado à Banda Musical de Freamunde durante 42 anos e tendo pugnado sempre, ao longo da sua vida, pelo engrandecimento  e notoriedade da Banda.

“Estive ligado à Banda de Freamunde durante 42 anos, período  em que estive muito tempo a trabalhar em prol do seu engrandecimento. Sempre mantive uma enorme paixão pela Banda, pois toda a minha família fez parte dela como executantes. O meu falecido pai tocou 61 anos”, expressou.

Luís Rego recordou que, nestes interregno de tempo, ocupou diversos cargos na direção da Banda Musical, tendo exercido o cargo de secretário, tesoureiro, vice-presidente e quatro anos como presidente.

Falando do Museu da Banda, o homenageado referiu que este é composto por uma vasta panóplia de documentos que foi acumulado e guardando ao longo dos anos, integrando o espaço museológico recortes de notícias que o mesmo compilou e que falavam da Banda Musical.

Fotografia: Câmara de Paços de Ferreira

Luís Rego manifestou que o espaço museográfico conta, também, com partituras de obras, ofertas das comissões de festas, programas das festas e romarias, documentos das idas ao estrangeiro, mais propriamente a Espanha e França, passaportes coletivos, condecorações das câmara municipais e juntas de freguesia, assim como o documento de atribuição de utilidade pública à instituição.

Entre os muitos objetos expostos encontram-se, também, medalhas de ouro, prémios ganhos em concursos, uma reportagem sobre a celebração dos 170 anos da Banda Musical, festa de homenagem ao antigo maestro, cartas e postais antigos, pedidos de orçamento e contratos, a compra de um autocarro à Auto Viação Pacense por 12 mil escudos e pago em prestações, galhardetes e outros objetos.

“É um museu ao nível da Banda de Freamunde”, avançou.

Refira-se que a Banda Musical de Freamunde comemora dentro de dois anos 200 anos de existência.


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