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Marco de Canaveses: Biblioteca reabre num espaço emblemático e tem já 18 mil títulos (C/ Vídeo)

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Reabriu, esta sexta-feira de manhã, de forma simbólica, a nova Biblioteca Municipal Poeta Joaquim Monteiro, no Marco de Canaveses, equipamento que está instalado no edifício do futuro Centro Cultural da cidade.

A reabertura deu-se 29 anos depois da biblioteca e ter estado instalada num edifício próximo do atual centro cultural, um espaço emblemático que além da biblioteca irá ficar com outras valências e que a autarquia pretende que seja uma referência no concelho, mas também na região.

A biblioteca está dividida em três espaços, um espaço direcionado para os mais novos, integra um espaço multimédia e um espaço direcionado para os leitores, com espaços de leitura e estudo e para consulta de periódicos.

O equipamento tem capacidade para albergar 20 leitores em simultâneo, com uma distância de dois metros entre leitores e utentes, conforme estabelece o plano de contingência da biblioteca.

Aos jornalistas e após a iniciativa a “Hora do Conto” e uma rápida visita pelas várias secções deste equipamento, parte integrante do futuro centro cultural, a presidente da Câmara do Marco de Canaveses, Cristina Vieira, reconheceu que este é um espaço moderno, há muito ansiedade pelos munícipes e demais atores e agentes ligados quer à educação, quer à cultura.

“A biblioteca reabre passados 29 anos em que esteve a funcionar num outro espaço próximo deste. É uma biblioteca moderna que tem dentro de si espaços dedicados a públicos-alvo distintos, integra um espaço direcionado para os mais novos que pretendemos dinamizar com o apoio da comunidade educativa, há uma rede de seis bibliotecas escolares que estão interligadas à biblioteca principal. Será acima de tudo um espaço lúdico, uma ludoteca, um espaço de dinamização  em termos culturais de leitura, onde os utentes poderão visualizar filmes, fazer a hora do conto e onde, no fundo, vão ser levadas a cabo um conjunto de atividades que fazem parte do plano municipal de leitura que será apresentado brevemente e que vai servir de base à dinamização da biblioteca”, disse.

A chefe do executivo avançou, também, que a biblioteca dispõe de um espaço normal que está a funcionar a partir de hoje e que estará aberto ao sábado, estando garantidas todas as condições de segurança.

A responsável pelo executivo municipal manifestou, ainda, que o novo equipamento tem o selo “Clean & Safe” o que acaba por transmitir aos utentes uma confiança maior.

Cristina Vieira avançou que a biblioteca vale por si só, mas também porque está integrada num conjunto de outros equipamentos, nomeadamente o Centro Cultural, que a autarquia quer que seja exponenciado e vivenciado pelos cidadãos como se tratasse de um todo.

Sobre o Centro Cultural, Cristina Vieira confirmou que este será um “espaço que irá trazer uma nova visão sobe a cultura no concelho”.

“Falei da comunidade educativa, neste espaço da biblioteca está também o Centro Cultural que devido à pandemia ainda não abriu, estamos numa fase de vistorias técnicas e muito brevemente estará em condições de abrir ao público. Queremos que os grupos de teatro nos ajudem a dinamizar o Centro Cultural que está integrado no Plano de Ação de Reabilitação Urbana (PARU), sofreu alterações tendo em conta aquilo que estava previsto para conseguirmos ter no Centro Cultural a projeção de filmes e a dinamização de teatro com melhores condições cénicas. O nosso objetivo é que as associações culturais e recreativas do concelho nos ajudem a dinamizar este equipamento”, expressou, sublinhando que é também desiderato do município fazer  uma aposta na área do cinema.

“Estamos a trabalhar no cinema com as escolas, aliás, a mostra de cinema que estava agendada para maio, teria sido apresentada este ano, pela primeira vez, no Marco de Canaveses, constituída por alunos do Marco de Canaveses, mas devido à situação pandémica teve de ser adiada, mas espero que, num futuro próximo, possamos ter neste espaço, do Centro Cultural, mostras de cinema trabalhadas com a colaboração dos alunos do Marco de Canaveses que integraram o Programa de Combate ao Insucesso Escolar”, acrescentou.

Questionada sobre o investimento realizado na biblioteca, a presidente da Câmara do Marco de Canaveses declarou que este equipamento está integrado no Centro Cultural  que foi financiado em cerca de 85% com fundos comunitários, estando inserido num bolo que cerca de cinco milhões que a Câmara do Marco de Canaveses candidatou ao PARU, do qual fazem parte  outras obras como a recuperação na área envolvente aos paços do concelho, o Museu Cármen Miranda, que está neste momento a ser intervencionado, sendo expectável que no Verão de 2021 possa abrir ao público.

“Serão dois equipamentos que serão complementares. Um novo Museu Cármen Miranda que será também um equipamento novo, com equipamento de ponta, mais dedicado ao som e à imagem. Este equipamento e a biblioteca complementam-se”, confessou.

Quanto à Rede Nacional de Bibliotecas, a responsável pelo município adiantou que a autarquia está a aguardar a vista dos técnicos da Direção-Geral do Livro e das Bibliotecas para poder receber alguns “imputs” e sugestões para a aquisição de novos títulos para a biblioteca.

Refira-se que a biblioteca tem já 18 mil títulos, sendo objetivo apostar em novos títulos.

A biblioteca dispõe, também, de um elevador para cidadãos portadores de deficiência.

“Estamos a cumprir com a legislação e queremos que esta biblioteca tenha todas as condições para os cidadãos com mobilidade condicionada. O mesmo irá acontecer no Centro Cultural que terá também um elevador que facilitará o acesso aos dois equipamentos. Somos um concelho inclusivo”, atalhou.  


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