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PSD Cinfães defende aposta nas acessibilidades e na criação de emprego

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O vereador da Coligação PSD/CDS-PP, Bruno Rocha, defende, em comunicado enviado ao Novum Canal, que irá abster-se na votação do plano de atividades e orçamento para o próximo ano.

Na declaração de voto enviada ao nosso órgão de informação, o vereador social-democrata defende que “este é um orçamento de continuidade das medidas e das políticas que conduziram Cinfães aos índices de desenvolvimento que todos conhecemos”, reclamando que é urgente apostar “nas acessibilidades, no desenvolvimento económico e criação de emprego”.

“Ao longo dos últimos anos, o PSD tem sido crítico quanto às prioridades da maioria socialista e temos apresentado alternativas. Para o PSD é fundamental recuperar o atraso estrutural do concelho ao nível das acessibilidades, do desenvolvimento económico e criação de emprego, do acesso aos cuidados de saúde, na formação pós secundária e das necessidades básicas como o abastecimento de água e o saneamento a custos aceitáveis para a população. Só assim, conseguiremos fixar os jovens e promover uma melhoria significativas dos indicadores de qualidade de vida dos Cinfanenses”, refere o vereador do PSD que salienta que o executivo municipal teve “dificuldades em aceitar e analisar as propostas vindas do seu partido”, ao longo da última legislatura.

“Ao longo da última legislatura, foi claro que o Partido Socialista teve opções diferentes, assim como foi notória a dificuldade em aceitar e analisar as propostas vindas do PSD, motivo pelo qual, no nosso entender, não faria sentido apresentar no último orçamento desta legislatura,  propostas, para que as mesmas fossem recusadas ou colocadas no orçamento, mas não tendo o devido seguimento”, declara o vereador.

Bruno Rocha afirma não entender que “obras fundamentais para o concelho e inscritas em plano, ainda na anterior legislatura, noutros casos quase há 20 anos, não saiam do papel”.

“O PSD e os cinfanenses, não percebem, que obras fundamentais para o concelho e inscritas em plano, ainda na anterior legislatura, noutros casos quase há 20 anos, não saiam do papel, falamos por exemplo:  na área económica, dos “centros empresariais e tecnológicos” de Souselo, Nespereira e Tendais, (inscritos em Plano em 2014); na educação, o projeto de Ampliação da Escola Profissional da Cinfães (inscrito em Plano em 2002) ou, nas acessibilidades, a construção da “variante à vila de Cinfães” (inscrita em Plano em 2002). Estes são, apenas, alguns exemplos onde fica claro a incapacidade do partido socialista em cumprir com as promessas feitas aos Cinfanenses”, avança, acrescentando: “numa altura que o mundo, se depara com a maior crise dos últimos anos, com grande enfoque nas questões económicas e sociais, não podemos deixar de assinalar que estas são, exatamente, as áreas que ocupam os últimos lugares nas preocupações do executivo municipal para o próximo ano. Defendemos um maior apoio às famílias, às empresas e às instituições (IPSS) que são quem mais têm sofrido com esta pandemia”.

Bruno Rocha reitera que o executivo municipal deve apoiar as empresas e os empresários, manifestando algumas reservas quanto a um “aumento tão significativo nas receitas”.

“Devemos apoiar as nossas empresas e os nossos empresários, não apenas nas dificuldades que sentem no imediato através de apoios pontuais, mas apoiar nos seus investimentos e na sua adaptação à nova realidade económica. Não nos parece credível pensar que, perante a crise atual, que se prevê que agudize no próximo ano, exista um aumento tão significativo nas receitas, conduzindo inevitavelmente a alterações orçamentais ou a baixos índices de execução. Defendemos, sim, uma racionalização das despesas correntes, no sentido de libertar verbas para investimentos de capital, tao fundamentais para o nosso concelho. Neste âmbito, defendemos ainda uma maior capacidade de atrair fundos comunitários e a sua aplicação de forma assertiva no desenvolvimento económico do nosso concelho”, alude o vereador.

O vereador laranja expressa ainda que este é um orçamento “de continuidade” e que com “estas medidas apresentadas pela maioria socialista, não fixarão os jovens na sua terra nem permitirão alavancar, definitivamente, a economia no concelho de Cinfães”.

 “Este é um orçamento de continuidade das medidas e das políticas que conduziram Cinfães aos índices de desenvolvimento que todos conhecemos. Esperava-se, nesta altura, um plano mais preocupado com a situação atual do nosso concelho e ao mesmo tempo um plano capaz de lançar os alicerces para um futuro mais promissor para os cinfanenses. O orçamento previsto para 2021, com estas medidas apresentadas pela maioria socialista, não fixarão os jovens na sua terra nem permitirão alavancar, definitivamente, a economia no concelho de Cinfães”, concretiza, sustentando reconhecer a dificuldade de elaborar os documentos apresentados face à crosse  sanitária que está a atingir a região e o país.

“O país e o mundo, atravessam hoje um tempo de enorme incerteza. Uma incerteza que começa nas questões mais básicas da sobrevivência humana. A saúde e as questões económicas estão no topo da atualidade e das preocupações de todos. Fruto desta pandemia é difícil prever o que se pode passar daqui a uma ou duas semanas, muito mais difícil será planear de forma assertiva o ano de 2021 e os seguintes. Nesse sentido, reconhecemos a dificuldade de elaborar os documentos apresentados, no entanto eles são necessários e imperiosos para podermos planear, ainda que envolto em muitas incertezas, o futuro do nosso concelho”, assevera.


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