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Marcelo Rebelo de Sousa apresenta recandidatura

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Fotografia: Página Oficial Marcelo Rebelo de Sousa – Presidente da República

Marcelo Rebelo de Sousa apresentou, esta tarde, na pastelaria Versailles, em Belém, Lisboa, a sua candidatura a mais um mandato à presidência da República Portuguesa, cujas eleições estão agendadas para janeiro de 2021.

Numa intervenção aos jornalistas,  Marcelo Rebelo de Sousa escalpelizou as razões da sua recandidatura e explicou que é candidato porque há uma pandemia a enfrentar e existe uma crise económica e social a vencer.

“Sou candidato à presidência da república porque temos uma pandemia a enfrentar, porque temos uma crise económica e social a vencer, porque temos uma oportunidade única de além de vencer a crise mudar Portugal para melhor na economia e no dia a dia, reforçando a coesão social e termiteira, combatendo a pobreza e a exclusão, promovendo o emprego com investimento, crescimento e melhor distribuição da riqueza”, disse, deixando uma palavra de apreço aos que já apresentaram a sua candidatura  e aos que venham ainda a fazê-lo.

Marcelo Rebelo de Sousa aproveitou para justificar  a razão de só agora ter apresentado a sua recandidatura.

“Anuncio-vos isto só hoje porque quis promulgar as novas regras eleitorais antes de convocar as eleições. Perante o agravamento da pandemia no Outono quis tomar decisões essenciais sobre a segunda renovação do segundo estado de emergência, as suas renovações e a sua projeção até janeiro, em tempos tão sensíveis como o Natal e o Ano Novo como presidente e não como candidato”, declarou, avançando que não fazia sentido “sair a meio de uma caminhada exigente”.

Fotografia: Página Oficial Marcelo Rebelo de Sousa – Presidente da República

“Não vou sair a meio de uma caminhada exigente e penosa, não vou fugir às minhas responsabilidades.  Não vou trocar o que todos sabemos: irem ser as adversidades e as impopularidades de amanhã pelo comodismo pessoal ou familiar de hoje. Tal como há cinco anos cumpro um dever de consciência”, asseverou.

Marcelo Rebelo de Sousa relevou o apoio de todos os que estiveram com a sua primeira candidatura, em 2016.

“A minha segunda palavra é para agradecer a compreensão e o apoio manifestado desde 2016. Sem eles seria difícil lidar com a crise na banca, a tragédia dos fogos em 2017, irrompiam movimentos inorgânicos que irrompiam em 2018, processo eleitoral iniciado nesse ano e concluído em 2019, a pandemia, a paragem económica e o desemprego. Apoio nos momentos mais sensíveis como foi o da minha primeira iniciativa do estado de emergência ou em que não pode estar tão próximo, ou que terei agido de mesmo ou demais no propósito fe  de evitar confrontos dispensáveis. Tentei fazer sempre o melhor que sabia e podia e a pensar no interesse público e nunca no interessa pessoal”, frisou, sustentando que a pessoa que avança para este ato eleitoral é a mesma que o fez em 2016.

“Quem avança para esta eleição é exatamente o mesmo de há cinco anos, orgulhosamente português e universalista, católico, ecuménico e contrário a um Estado Confessional, assumidamente republicano, avesso a nepotismos, clientelismos e corrupções, determinadamente social-democrata e defensor de toda a liberdade.  Sou exatamente o mesmo na visão de Portugal, plataforma entre culturas e civilizações, oceanos e continentes, da constituição que votei, ajudei a rever e fiz cumprir assim como dos poderes presidenciais e do seu exercício. Renovar a confiança em quem conheceis há pelo menos 20 anos e em especial nestes cinco anos vividos em comum ou escolher alguém com uma visão diferente. Humildemente aguardo o vosso veredicto”, concretizou.


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