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“Este não é um Natal em circunstâncias normais”, primeiro-ministro (C/ Vídeo)

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Fotografia: Página Oficial do Governo

O primeiro-ministro, António Costa, avançou, na conferência de imprensa do Conselho de Ministros, em que apresentou as medidas para o Natal e Ano Novo, que apesar da quadra natalícia ser um momento de partilha, esta quadra não irá decorrer em circunstâncias normais.

Na sua intervenção, António Costa realçou que apesar do decréscimo de casos e da variação de positiva por semana, continua a registar-se um número elevado de internados.

“A evolução da pandemia evidencia bem que as medidas adotadas têm produzido efeitos. Desde meados de novembro temos uma quebra de novos casos por dia e de novos casos por semana. Existe uma correlação nesta evolução e termos decretado o estado de calamidade a 15 de outubro. Esta evolução tem correspondência numa diminuição no risco de transmissibilidade da doença, que está abaixo do 1%. De qualquer forma, continuámos com um número de internados elevados, em unidades de cuidados intensivos elevados e um número de óbitos também elevado. Não obstante esta evolução positiva, é fundamental manter as medidas”, disse, sustentando que a estratégia do Governo tem sido privilegiar  um critério de diferenciação em função da incidência em cada um dos concelhos.

“Na última quinzena houve uma evolução positiva nos concelhos mais problemáticos que evoluíram para risco moderado”, frisou, recordando que é determinante manter este esforço de forma a chegar ao Natal com o menor número de infetados possível.

“ Esta é a melhor garantia de um menor risco de transmissão”, assegurou, manifestando ser, igualmente, determinante manter o nível de contenção com o menor número de infetados possível de forma a chegar a janeiro, que é um mês de elevado risco.

Fotografia: Página Oficial do Governo

“ Teremos de chegar a janeiro e fevereiro nas melhores condições possíveis, para evitar uma terceira vaga”, declarou.

António Costa realçou, também, que “a estratégia para o próximo mês é de prolongamento das medidas atualmente em vigor, até aos dias 24 e 25, de menor intensidade nas restrições nos dias 24, 25 e 1, e de manter o mesmo nível de restrições após o dia 1, para assegurar que temos um nível de contenção significativo”.

Falando do Natal, o primeiro-ministro referiu que apesar das exceções para esta quadra natalícia estas serão, contudo, “sujeitas a avaliação no dia 18 de dezembro, para confirmar que a tendência de melhoria se mantém e que, por isso, não necessitamos de puxar o travão de emergência para evitar um agravamento significativo”.

Refira-se que para o Natal, o Governo determinou que  poderá haver circulação entre concelhos nos dias 23, 24, 25 e 26 de dezembro.

Já na “noite de 23 para 24 será mantido o período de proibição de circulação, com exceção das pessoas que estão em trânsito, que «podem circular sem pressas” e na “nas noites de 24 e 25 a proibição de circular ocorre a partir das 2h00”.

Na noite de 26 será restabelecida a proibição de circulação a partir das 23h.

O Governo permitiu, também, que a “restauração pode funcionar aos almoços de 24 e 25 e nas noites de 24 e de 25 até à 1h. No dia 26 poderão servir almoços até às 15h30”.

Já no Ano Novo “não será permitida a circulação entre concelhos. Na noite da passagem de ano será proibido circular a partir das 2h00. No dia 1 haverá liberdade de circulação até às 23h. A restauração poderá funcionar na noite de 31 até à 1h e até às 15h30 do dia 1. Na noite de Ano Novo não serão permitidas festas públicas nem ajuntamentos na via pública com mais de 6 pessoas”, lê-se na página oficial do Governo.


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