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PSD Felgueiras acusa autarquia de “abandonar famílias, empresas e instituições”

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Fotografia: PSD Felgueiras

O PSD Felgueiras acusa o executivo municipal, liderado por Nuno Fonseca, de ter “abandonado” as “famílias, empresas e instituições”, numa reação à aprovação do orçamento, em sede de reunião de câmara, no dia 2 de dezembro.

O documento foi aprovado por maioria, tendo contado com os votos contra do PSD.

O presidente da Comissão Concelhia do PSD Felgueiras, Vítor Vasconcelos, em comunicado enviado ao Novum Canal, acusa o executivo municipal de na sua proposta para o Orçamento Municipal de 2021 de “não devolver nenhuma participação do IRS aos felgueirenses”, “manter a cobrança da derrama” e “aumentar as despesas de pessoal”.

“Os vereadores do PSD votaram contra a proposta apresentada, fundamentalmente porque: Nuno Fonseca entende que as Famílias não precisam de ajuda municipal e não devolverá nenhuma participação do IRS aos felgueirenses;  Nuno Fonseca deduz que nem todas as Empresas felgueirenses atravessam dificuldades, e vai manter a cobrança da Derrama; como o número de funcionários é escasso, Nuno Fonseca decidiu aumentar as despesas de pessoal, arriscando a insustentabilidade da gestão financeira do Município a médio prazo (dos 655 funcionários previstos em 2017, já vamos com expectativas de 1023 para 2021); Há uma manutenção desproporcionada e exagerada de despesas com festas, assessorias e marketing”, refere o líder da Comissão Política Concelhia.

Vítor Vasconcelos saúda a descida do IMI, mas acusa o executivo de ter apresentado um documento “eleitoralista” e “descontextualizado”

“Saúda-se a descida do IMI para o valor mínimo, mas este não deixa de ser um documento eleitoralista, descontextualizado da dura realidade que vivemos, e que tem apenas um propósito: muito Ferro, Betão e Alcatrão para inaugurar em ano de eleições autárquicas! A manutenção da carga fiscal e a ausência de mecanismos de apoio ao empreendedorismo, é demonstrativo duma insensibilidade social autárquica, numa ano fortemente fustigado pela Covid-19, pouco importando ao município que as famílias estejam a perder poder de compra, que as empresas passem dificuldades de tesouraria, que o comércio local viva à tona da sobrevivência e que as nossas associações, IPSS e bombeiros lutem diariamente pelo cumprimento das suas responsabilidades!”, disse.

Fotografia: PSD Felgueiras

O dirigente social-democrata felgueirense esclarece que “dificilmente se cumprirá o objetivo de 56 milhões de euros de receita”.

A verdade é que dificilmente se cumprirá este objetivo de 56 milhões de euros de receita! Basta atentar no Orçamento de 2020, com a previsão de 48 milhões de euros de receita, que, na sua 25.ª alteração orçamental, já desceu para 35 milhões de euros! Lamentamos, pois, que na tentação de mostrar obra nas autárquicas de 2021, Nuno Fonseca tenha optado por abandonar as famílias, as empresas e as instituições! Se há efetivo equilíbrio na gestão financeira, como se propagandeia, poderíamos perfeitamente abdicar de 10% das Receitas em 2021 para ajudar os felgueirenses!”, avança.

A Câmara de Felgueiras, na sua publicação oficial da página do facebok, do dia 2 deste mês, reproduz declarações do chefe do executivo em que este considera que o orçamento é um documento “realista, pensado para um combate eficaz à pandemia Covid-19, que assegura a sustentabilidade financeira do Município e a execução das obras em curso, estruturantes para o desenvolvimento e progresso de Felgueiras”.

A publicação avança, também, que o executivo municipal aprovou “a descida do Imposto Municipal de Imóveis (IMI), a mais baixa dos últimos sete anos.

Neste ponto, o presidente da Câmara de Felgueiras salienta que a taxa de IMI “foi descendo progressivamente ao longo deste mandato, conforme compromisso assumido com os felgueirenses”.

A publicação do município felgueirense informa, ainda, que foi aprovada “a isenção da Taxa de Derrama para o ano de 2021 para sujeitos passivos cujo volume de negócios no ano de 2020 não ultrapasse os 150.000 euros”.


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