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Estudantes do Ensino Secundário do Porto exigem mais investimento no ensino público (C/ Vídeo)

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Fotografia: Movimento “É Agora!”

Vários estudantes do ensino secundário do Porto vão juntar-se esta sexta-feira, cerca das 17h30, junto às instalações da Direção Regional de Educação do Norte (DREN) numa ação de protesto contra a falta de funcionários, professores e condições de segurança que se verificam em vários estabelecimentos de ensino do Porto.

Afonso Beirão, aluno  do ensino  secundário na Escola Aurélia de Sousa, do movimento “É Agora!” realça que a crise sanitária veio agravar muitos dos problemas que os alunos e o próprio movimento, em protesto anteriores, já tinham identificado.

“Com a situação em que vivemos foram muitos os problemas que se agravaram. A falta de funcionários nas escolas tornou-se insustentável, com escolas a não conseguir manter a limpeza e o assegurar das medidas de segurança nas escolas”, disse, salientando que faltam cerca de 5000 funcionários na escola pública.

O estudante avança que a falta de docentes é, também, um dos problemas que muitas escolas do ensino secundário se debatem, ao qual urge dar resposta.

 “A falta de professores empurra os estudantes para turmas sobrelotadas com mais de 30 estudantes”, refere, apontando, também, a falta de psicólogos nos estabelecimentos de ensino como um dos problemas a ter em conta.

A este propósito, o aluno confirma que tem existido um aumento significativo das doenças  mentais.  

Fotografia: Movimento “É Agora!”

Afonso Beirão defende, também,  que estão a ser cometidas  “atropelos” ao nível de vários estabelecimentos de ensino que além de proibir a realização de eleições para as associação dos estudantes, não permitem a constituição das associações.

“A pretexto do combate ao vírus atacam os direitos dos estudantes, com a proibição de eleições para a associação dos estudantes, ou a realização de reuniões gerais de alunos”, expressa, sustentando que “não há justificação para que se mantenham os estudantes dentro da sala de aula durante mais de três horas, com intervalos de cinco minutos. Não há justificação para não proceder à climatização das salas de aula. Não há razão para não se contratar mais professores, mais funcionários e psicólogos, para não se fazer obras nas escolas degradadas”.

Na nota informativa que nos foi enviada, o movimento “É Agora!” exige “mais investimento no ensino público para estudar com segurança e saúde!”


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