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Presidente do CDS-PP Penafiel revela que vai continuar a acompanhar situação no CHTS

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O presidente do CDS-PP, Agostinho Guedes, declarou, esta sexta-feira, à saída do Centro Hospitalar do Tâmega e Sousa, onde esteve reunido com o presidente do Conselho de Administração do Centro Hospitalar do Tâmega e Sousa (CHTS), num encontro que contou com a presença do líder do seu partido, Francisco Rodrigues dos Santos, que a Concelhia do CDS-PP Penafiel tem estado a acompanhar a par e passo a situação neste centro hospitalar.

“Efetivamente tem sido uma preocupação do meu partido acompanhar  a par e passo o que se tem passado neste centro hospitalar, uma estrutura que serve presentemente 530 mil pessoas, número que extravasa aquela que é a sua capacidade para a qual foi inicialmente construído, mas queremos saber qual o ponto da situação relativamente aos doentes Covid. Sabemos que o hospital está sobrelotado, embora, segundo o presidente do Conselho de Administração do CHTS, a situação, neste momento, tenha melhorado. Contudo, o CDS-PP Penafiel mantém esta preocupação e vamos continuar a acompanhar o que se passa e sempre que se justificar iremos solicitar visitas ao Conselho de Administração para nos inteirarmos da situação”, disse.

O presidente da Comissão Política Concelhia do CDS-PP Penafiel manifestou estar solidário com as preocupações de vários autarcas da região, tornadas públicas, a propósito da falta de planificação nesta segunda vaga, realçando que esta é uma preocupação transversal a todos os concelhos.

“Todos sabíamos que iríamos ter uma segunda vaga. Aliás, o Governo teve reuniões no dia 7 de setembro com vários especialistas que já preconizavam uma segunda vaga e que, neste momento, teríamos uma média de sete mil infetados e cerca de 70 mortos. Verificamos que os especialistas não falharam muito as suas previsões e como tal acompanhamos as preocupações dos autarcas que já se manifestaram publicamente”, disse, sublinhando que pode não ter ocorrido uma preparação para esta segunda vaga.

“Neste momento, temos que viver com o que temos e temos de estar preocupados com os doentes não Covid que estão a ser deixados para trás, à espera de consultas que tardam em acontecer”, expressou.

Questionado sobre as consultas de cardiologia e o tempo de espera para este tipo de consultas, Agostinho Guedes sustentou que este foi também um dos temas que foi abordado na reunião com o presidente do Conselho de Administração do CHTS, salientando que este momento a situação estará melhor do que estava inicialmente.


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