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Alunos de Arouca recrearam estátuas vivas para abordar problemática da violência contra as mulheres

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Fotografia: Câmara de Arouca

Vários alunos do Agrupamento de Escolas de Arouca recrearam, no seu estabelecimento de ensino, estátuas vivas numa alusão ao Dia Internacional pela Eliminação da Violência Contra as Mulheres, que foi assinado esta quarta-feira e para chamar a atenção para a problemática da violência contra as mulheres, num trabalho desenvolvido pelo 10.º G do curso profissional Animador Sociocultural.

No vídeo que se encontra partilhado  na página oficial do facebook da autarquia arouquense, vários alunos encarnam o papel de potenciais vítimas e agressores e recriam gestos e atos violência perpetrados contra as mulheres, numa problemática que é cara ao nosso país e que segundo os indicadores oficiais não tem deixado de aumentar, tendo as mulheres como alvo principal.

Fotografia: Câmara de Arouca

Também os alunos do ensino secundário do Agrupamento de Escolas de Escariz não quiseram deixar esta data em claro e assinalaram o Dia Internacional para a Eliminação da Violência Contra as Mulheres com vários trabalhos sobre a temática.

Segundo a publicação da Câmara de Arouca, “estes trabalhos homenageiam mulheres que perderam a vida vítimas de violência doméstica em 2019 e 2020, cujos nomes estão agora expostos em cartazes A4 na Escola Básica e Secundária de Escariz”.

“O objetivo é que todos os alunos reflitam sobre esta problemática e sensibilizem os seus pares e outras gerações para uma mudança necessária e obrigatória, fazendo do mundo um lugar melhor”, esclarece o comunicado.

Refira-se que no dia em que se assinalou o Dia Internacional pela Eliminação da Violência Contra as Mulheres o Governo, o Governo, através da Secretária de Estado para a Cidadania e a Igualdade, lançou a campanha #EuSobrevivi, que reforça a vigilância contra a violência doméstica e alerta para os desafios impostos pela pandemia de Covid-19.

Esta quarta-feira, foi, também, lançado o Pacto contra a Violência que tem como objetivos “apoiar um conjunto de organizações a ele associadas na promoção de práticas internas de prevenção e combate à violência doméstica, com base, por exemplo, no Guião de Boas Práticas: Prevenção e Combate à Violência Contra as Mulheres e à Violência Doméstica nas Entidades Empregadoras”.  

A campanha #EuSobrevivi tem como pano de fundo “mensagens escritas por vítimas durante a primeira vaga da pandemia para a linha SMS 3060, transmitindo informação útil acerca dos serviços de apoio existentes. O vídeo da campanha decorre num contexto profissional, alertando para a importância de as pessoas que, no seu dia-a-dia, têm contacto com potenciais vítimas de violência doméstica se mobilizarem para as apoiar”.

Segundo a página do Governo, a “Rede Nacional de Apoio às Vítimas de Violência Doméstica (RNAVVD), abrange atualmente 95% território nacional, incluindo respostas especializadas de atendimento e acolhimento. E rede registou 25 mil atendimentos na primeira vaga da pandemia. Nesta segunda vaga, a rede nacional já regista, desde setembro, 12 500 atendimentos”.


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