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PSD Paredes defende medidas excecionais para Covid-19 (C/ Vídeo)

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A Comissão Politica de Secção do PSD Paredes, liderada por Ricardo Sousa, reuniu, esta segunda-feira, nos Paços do Concelho, com o executivo municipal, para apresentar as suas propostas para o próximo orçamento municipal.

No comunicado que o PSD Paredes enviou ao Novum Canal, o partido apresenta uma panóplia de obras para as diversas freguesias identificadas no âmbito de um estudo realizada pelo partido.

A estrutura laranja apresentou também um “caderno de encargos” a ser concretizado de imediato com o objetivo de minimizar o número de infeções por Covid-19, afirmando “ser reconhecido que o Centro Hospitalar do Tâmega e Sousa não dá a resposta necessária aos paredenses” e  ressalvando que “os centros de saúde não dão o apoio necessário”.

Nesta matéria,  o presidente da Comissão Política Concelhia do PSD Paredes, Ricardo Sousa, destaca que compete  à autarquia criar as condições para uma “correta assistência aos paredenses, fomentando um protocolo com hospitais, clínicas e até consultórios médicos concelhios, com serviços a valor convencionado, de forma a criar uma segunda linha de cuidados médicos”.

O presidente do PSD Paredes defendeu, também,  a necessidade de “testar a comunidade educativa para evitar a proliferação da pandemia e que as escolas fechem”,  “criar um fundo de emergência social dirigido às famílias, que inclua um cheque alimentos, um cheque medicamentos e apoio ao pagamento das rendas e da eletricidade”.

Na área social, Ricardo Sousa confirma, também, ser a favor do reforço dos “apoios financeiros às IPSS e criar uma rede de suporte que lhes garanta equipas de reserva, para o caso dos seus funcionários ficarem impossibilitados de continuar a atividade dos lares de idosos e o apoio domiciliário”.

No domínio da proteção civil, o líder do PSD Paredes defende o apoio às corporações de bombeiros e as delegações da Cruz Vermelha do concelho, na sequência do que considerou ser o “aumento exponencial das despesas” de forma a que consigam corresponder condignamente ao que lhes for solicitado.

Ainda na área social, o PSD Paredes avança que o executivo deve “promover apoios de retaguarda aos lares do concelho, para o caso da necessidade de medidas extremas; criar canais de apoio para que a saúde chegue a todos no concelho com a devida celeridade reconhecendo as reais lacunas existentes pelos serviços disponibilizados pelo governo nesta área”.

De entre as várias propostas que integram aquilo que são os compromissos do partido para o Orçamento Municipal de 2021, o PSD propõe a isenção das taxas para realizar as queimadas; isenção da taxa de esplanadas; da taxa de publicidade; das taxas aos feirantes, da taxa dos vendedores ambulantes e dos  parquímetros.

O partido manifesta-se, também, a favor do “faseamento do pagamento das rendas dos arrendatários dos espaços comerciais sob gestão municipal; incentivar a adesão ao serviço “tele chamada”, voltando a torná-lo gratuito; manter atividades culturais de forma a permitir a subsistência das entidades culturais; da redução do prazo de pagamentos a fornecedores de forma a aumentar a liquidez e criar uma parceria com uma instituição bancária para concessão de microcrédito a micro e pequenas empresas que não consigam aderir a outros apoios lançados pelo Estado”.

Decorrida a pandemia, Ricardo Sousa declara que deve ser dada “a possibilidade de alargamento do horário de funcionamento dos cafés desde que não prejudique o bem-estar das populações, sobretudo impacto sonoro”, “dar a possibilidade aos estabelecimentos que não têm esplanadas poderem ter, de forma isenta de qualquer taxa e burocracia durante o próximo ano”, “criar uma equipa de apoio às micro, pequenas e médias empresas, tendo em vista assegurar a informação sobre todos os apoios existentes, bem como consultoria para mitigar os efeitos da crise e promover a recuperação económica”, assim como “criar um marketplace que junta as necessidades de empresas, instituições e município, às competências e ofertas do ecossistema empreendedor de Paredes”.

No domínio da restauração, o PSD assume que o município deve conceder um “apoio à restauração, assumindo os gastos durante a pandemia com a entrega em casa das refeições, usando meios municipais e recorrendo aos taxistas do concelho apoiando-os desta forma”, “criar um grupo de apoio a todos os comerciantes, restaurantes e pequeno comércio do concelho”;; “assegurar ajuda a todas as famílias confinadas e carenciadas”.

No comunicado que nos foi endereçado, o PSD Paredes defende ainda a criação Gabinete de Acompanhamento Psicológico e a Linha de Apoio ao Doente Covid-19, tendo lamentando o facto do executivo municipal, chefiado por Alexandre Almeida, só agora o ter implantado.

 “Não é concebível rejeitar sugestões ou propostas só porque as mesmas são oriundas da oposição, prejudicando assim o bem-estar dos paredenses. Esperamos que as nossas propostas sejam agora aceites por Alexandre Almeida em prol dos munícipes do concelho de Paredes”, disse o presidente da Comissão Politica do PSD de Paredes.


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