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Diretora-Geral da Saúde convicta que vamos ter Natal com “mais ou menos pessoas”

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Fotografia: Direção-Geral da Saúde

A Diretora-Geral da Saúde, Graça Freitas, realçou, esta segunda-feira, na habitual conferência de imprensa de atualização de informação relativa à infeção pelo novo coronavírus, estar convicta que iremos ter Natal com “mais ou menos pessoas”.

“O Natal, todos temos bastantes casos, houve países que começaram mais cedo esta segunda fase. Já estamos a projetar o que vamos fazer. Vamos esperar pelas impactos destas medidas”, disse, realçando que  existem concelhos que estão a mostrar  uma tendência de abrandamento.

“A epidemia está a crescer, não podemos relaxar, mas o seu nível de crescimento já foi mais acentuado. Esperemos que quando chegarmos ao Natal possamos abrandar sem relaxamento. Continuar a nossa vida, mas minimizar os riscos e vamos ter Natal com certeza, com mais ou menos pessoas, mais ou menos à distância. Estou certa que o vamos comemorar”, expressou, sustentando que temos de ser capazes de condicionar a existência do vírus e a sua dinâmica de propagação, minimizar o risco, aprender a viver as nossas existências com um vírus que surgiu.

Na sua intervenção, Graça Freitas voltou a apelar para que se limitem ao máximo os contactos físicos ao estritamente necessário, sublinhando que os convívios se façam apenas com os elementos do agregado familiar ou pessoas que habitem na mesma casa.

“O vírus tem moldado as nossas vidas, está na hora de sermos nós a moldar a dinâmica do vírus. Ao conviver com familiares meus de outras núcleos ou amigos aumento a probabilidade de contágio. Nestes encontros está nas nossas mãos protegermo-nos”, acrescentou, esclarecendo que existem alternativas ao convívio físico através das tecnologias.

Fotografia: Direção-Geral da Saúde

A Diretora-Geral da Saúde recordou que as pessoas que estão em isolamento no seu domicílio e partilham a habitação com outras pessoas, não devem receber visitas,  devem higienizar as mãos e cumprir as medidas de etiqueta respiratória, temperatura corporal, assim como isolar-se numa divisão de uso exclusivo e devidamente ventilada.

Graça Freitas deixou, ainda, outros conselhos para quem está em isolamento profilático que devem ser seguidos como depositar os resíduos num saco próprio bem fechado e colocado dentro de um segundo saco de plástico, possuir uma casa de banho diferente dos restantes coabitantes, utilizar ao mínimo os espaços comuns assim como não partilhar objetos, manter as restantes rotinas intactas e fazer alimentação variável e saudável.

“O isolamento é temporário”, recordou.

Graça Freitas declarou que, até à data, foram realizados “cerca de 4,3 milhões de testes por PCR (zaragatoa) e cerca de 40 mil testes de antigénio, sendo a proporção de positividade de 15,9%.”.


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