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Associação Sindical dos Profissionais da Polícia alerta para informação “rudimentar” sobre pessoas infetadas (C/ Vídeo)

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Fotografia: ASPP / PSP

A direção da Associação Sindical dos Profissionais de Polícia (ASPP/PSP) afirmou, em comunicado, que “SNS24 (Serviço Nacional de Saúde24) não está a responder de forma uniforme, clara e rigorosa aos casos reportados por profissionais da PSP e que a DGS [através das ARS’s”, o que, segundo a ASPP/PSP, está a dificultar “a atualização expedita, em tempo real, de forma a ser disponibilizada em tempo útil aos polícias”.

“A Associação Sindical dos Profissionais de Polícia (ASPP/ PSP) foi informada pelos seus associados que o SNS24 (Serviço Nacional de Saúde24) não está a responder de forma uniforme, clara e rigorosa aos casos reportados por profissionais da PSP e que a DGS [através das ARS’s] não está a cumprir o que a lei obriga ao não enviar para as Forças de Segurança as listas atualizadas, e em tempo útil, referentes às pessoas sujeitas a isolamento profilático e/ou infetadas com o coronavírus SARS-CoV-2”, lê-se no comunicado que nos foi enviado que esclarece que  “as listas continuam a ser remetidas, mas completamente desatualizadas, apenas com parte dos casos confirmados”.

“Não obstante a solução encontrada, para transmitir às FS, em tempo útil, a relação das pessoas sujeitas a isolamento profilático e/ou infetadas às forças de segurança, ser rudimentar e, por isso, dificultar a atualização expedita, em tempo real, de forma a ser disponibilizada em tempo útil aos polícias, as listas continuam a ser remetidas mas completamente desatualizadas, apenas com parte dos casos confirmados (deixando de fora as restantes situações onde foi determinado o isolamento mas não foi determinado o teste). A situação atual não só impede os polícias de cumprir a relevante missão de verificar o cumprimento do confinamento como também os expõe a riscos completamente evitáveis se dispusessem dessa importante informação”.

A direção da ASPP/PSP fala em “disparidade de orientações/decisões do SNS24, face a problemas comuns decorrentes da atividade policial”.

“Por outro lado, quando um grupo de agentes suspeita ter sido contaminado, porque teve contacto efetivo com uma pessoa com Covid-19 durante uma ocorrência, reporta o caso à SNS24 e este mesmo serviço, de utilidade pública indiscutível (todo o respeito aos profissionais desta linha), dá respostas diferentes aos elementos cujas suspeitas são semelhantes, derivadas do mesmo contexto, é, no mínimo, estranho. O SNS24 recomenda para ocorrências semelhantes e seguindo o mesmo algoritmo: ficar em isolamento profilático, fazer teste ou continuar a trabalhar. Esta disparidade de orientações/decisões do SNS24, face a problemas comuns decorrentes da atividade policial, naturalmente, causa apreensão nos profissionais, que em Portugal continuam a cumprir estoicamente o seu desígnio”, informa o sindicato que defende a implementação de “respostas mais céleres”.

Fotografia: ASPP / PSP

“Pelo exposto, consideramos que deveriam existir respostas mais céleres, congruentes, e ainda que casuisticamente adaptadas, uniformes no processamento, que efetivamente materializassem a prioridade e importância, tantas vezes aludida em relação aos polícias. A PSP e todas as outras forças de segurança têm por missão primordial proteger a população. Não podemos ser um (mais um) fator de risco. Queremos prestar um serviço com qualidade, controlo de infeção e (obviamente) segurança”, esclarece o comunicado da ASPP/PSP.


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