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Antonino de Sousa solidário com comércio local

Fotografia de Arquivo: Câmara de Penafiel

O presidente da Câmara de Penafiel , Antonino de Sousa, usou a sua página pessoal do facebook, para deixar uma palavra de solidariedade ao comércio e aos comerciantes da cidade, numa reação às medidas do novo Estado de Emergência, decretadas, no sábado, no âmbito do Conselho de Ministros Extraordinário.

“O comércio local, a restauração e a cafeteria, voltam a ser os sectores mais penalizados deste novo Estado de Emergência. E , mais uma vez , não percebemos o porquê das grandes superfícies terem uma discriminação positiva. Espero que o Governo disponibilize, rapidamente, apoios financeiros para estes empresários que tanto têm contribuído para a economia local e para a criação de emprego. Para estes nossos empresários, uma palavra de solidariedade, nestes tempos tão difíceis”, lê-se na respetiva publicação.

Refira-se, que também, a Associação Empresarial de Penafiel, numa reação, às medidas anunciadas por António Costa, que entraram em vigor esta segunda-feira e vigorarão até ao dia 23 de novembro, redigiu uma carta aberta dirigida ao primeiro-ministro, na qual  defende  “apoios à tesouraria das empresas a fundo perdido (setores que sofram com o decretar de medidas de confinamento), o regresso urgente do lay-off simplificado para as empresas acima referidas, perdões/moratórias fiscais e/ou créditos fiscais;, assim como a reformulação e atribuição do mecanismo de apoio à retoma progressiva, tornando-o mais abrangente no que toca à sua elegibilidade”.

Fotografia de Arquivo: Câmara de Penafiel

A Associação defende, também a  “antecipação e, correspondente reembolso, do pedido da 2ª prestação à medida Incentivo Extraordinário COVID-19, num momento complexo para o comércio local,  realçando a “necessidade de serem tomadas medidas que apoiem as empresas sem necessidade de acréscimo de endividamento”.

“Terminamos, reiterando a urgência na tomada de decisões que efetivamente apoiem os empresários e que os ajudem a passar por este momento tão difícil. Sem empresas não há emprego e sem emprego, veremos milhares de famílias da nossa região a passar por dificuldades, pois estamos conscientes que o Estado não pode estar em todo o lado. Assim, apelamos a que vossa excelência ouça os representantes dos empresários na concertação social, e com eles, elenque um conjunto de medidas ajustadas à realidade de quem, todos os dias, faz prosperar a economia portuguesa”, refere a associação no comunicado que partilhou na sua página oficial.