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Ficou com pulseira eletrónica homem suspeito por violência doméstica no Marco de Canaveses
Fotografia: GNR

Comparativamente aos primeiros nove meses de 2019, este ano houve menos mortes e menos acidentes

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Fotografia: GNR

Segundo a Autoridade Nacional de Proteção Civil (ANSR), nos primeiros nove meses do ano e comparativamente a idêntico período do ano transato, registou-se “uma melhoria nos principais indicadores de sinistralidade, tendo-se verificado menos 7.092 acidentes com vítimas (-27,0%), menos 61 vítimas mortais (-16,9%)”.

Os dados estão vertidos no relatório mensal de sinistralidade e fiscalização, documento que se encontra publicado no site da ANSR, e que apresenta as estatísticas relativas à sinistralidade e fiscalização rodoviária registadas nos primeiros nove meses do ano de 2020.

De acordo com a instituição, comparativamente com os primeiros nove meses de 2019, registaram-se menos 408 feridos graves (-23,1%) e menos 9.559 feridos leves (-29,9%).

O documento destaca que os resultados confirmam que “a colisão foi a natureza de acidente mais frequente, tendo a maioria dos acidentes com vítimas ocorrido em arruamentos. A maioria das vítimas mortais eram condutores, e o tipo de veículo mais envolvido em acidentes foi o automóvel ligeiro. No que diz respeito às infrações, o tipo de infração mais significativo foi o excesso de velocidade”.

“No que respeita à entidade gestora de via, metade (51,5%) das vítimas mortais registaram-se na rede rodoviária sob responsabilidade de 4 gestores de infraestruturas: da Infraestruturas de Portugal (39,5%), da Brisa (5,0%), da Ascendi (4,0%), e da Câmara Municipal de Lisboa (3,0%)”, acrescenta ainda o relatório.

Fotografia: GNR

Relativamente à colisão, os dados da ANSR demonstram que esta “foi a natureza de acidente mais frequente (51,1% dos acidentes com vítimas, 44,2% dos feridos graves e 55,5% dos feridos leves), apesar do maior número de vítimas mortais ter resultado de despistes (47,5%). Face ao período homólogo, nesta tipologia de acidente verificou-se uma redução de 25 vítimas mortais (-15,0%) e de 91 feridos graves (-13,8%). Nos atropelamentos registaram-se o mesmo número de vítimas mortais e menos 141 feridos graves (-42,7%) e nas colisões verificou-se um decréscimo de 36 vítimas mortais (-24,7%) e de 176 feridos graves (-22,7%)”.

Quanto ao tipo de via, o relatório constata que “a maioria dos acidentes com vítimas, bem como das vítimas, ocorreram em arruamentos: 62,7% dos acidentes, 34,8% das vítimas mortais, 43,1% dos feridos graves e 60,6% dos feridos leves. Face ao período homólogo, o maior decréscimo de vítimas mortais, em valor absoluto, registou-se nas estradas nacionais (-16) e o de feridos graves em arruamentos (-239)”.

Já no que respeita à categoria de utente, “67,6% do total de vítimas mortais eram condutores, 15,7% passageiros e 16,7% peões. No caso dos feridos graves, a proporção de condutores foi superior (68,1%), enquanto a de passageiros aumentou para 17,9% e de peões diminuiu para 13,9%. Comparativamente com o período homólogo, verificou-se uma melhoria extensiva a todas as categorias de utente, com especial destaque para o número de passageiros mortos (-30,9%) e de peões gravemente feridos (- 45,2%)”.

O relatório da ANSR evidencia, também, que em relação à categoria de veículo interveniente nos acidentes, “os automóveis ligeiros apresentaram maior expressividade (74,2%), bem como uma redução mais elevada do que os restantes veículos relativamente ao ano anterior (-31,7%). Nos primeiros nove meses metade (51,5%) das vítimas mortais registaram-se na rede rodoviária sob responsabilidade de 4 gestores de infraestruturas: Infraestruturas de Portugal (39,5%), da Brisa (5,0%), da Ascendi (4,0%) e da Câmara Municipal de Lisboa (3,0%)”.

A ANSR confirma, também, que “neste período, foram fiscalizados mais de 85 milhões e 500 mil veículos, um aumento de 30,9%, em comparação com igual período de 2019, devido ao acréscimo de 37,0% dos sistemas de radares da ANSR (rede SINCRO) e de 27,6% dos radares da PML. Nestas ações foram detetadas mais de 946 mil infrações, o que representa uma diminuição de 2,5% face ao ano anterior.  A taxa de infratores (n.º total de infrações/n.º total de veículos fiscalizados) foi de 1,1%, o que reflete uma redução de 25,5% comparativamente com 2019”, lê-se no documento que informa que “relativamente à tipologia de infrações, 63,5% do total registado neste período foi referente a excesso de velocidade”.


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