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CDS-PP Paredes acusa câmara municipal de “ignorar” as escolas e alunos do concelho

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Fotografia: CDS-PP Paredes

A Comissão Política Concelhia do CDS-PP Paredes acusou, em comunicado, o executivo socialista de se ter “esquecido das escolas e dos alunos do concelho de Paredes”.

Na nota enviada ao Novum Canal, o líder da Comissão Concelhia do CDS-PP, José Miguel Garcez, considerou “inadmissível” o facto de apenas “um estabelecimento de ensino” estar a cumprir com o protocolo exigido pelo Ministério da Educação, no âmbito do combate à crise sanitária que está atingir a região e o país.

”É inadmissível que só uma escola EB23 e Secundária do concelho respeite o protocolo exigido pelo Ministério da Educação e a culpa não é dos diretores das escolas nem dos encarregados de educação ou dos alunos. A culpa é da autarquia que esbanja milhares com churrascos e outras festarolas pagos a empresas de fora do concelho e não tem um tostão para gastar com as escolas colocando, por exemplo, separadores acrílicos para proteger os nossos alunos, professores e funcionários da transmissão do vírus”, disse.

Fotografia: CDS-PP Paredes

O líder centrista, que é também membro da Comissão Executiva Nacional do partido, apontou, ainda o facto de só a “Secundária de Paredes dispor de separadores acrílicos dentro das salas de aula para manter a distância entre os alunos”.

 “Como é que se compreende que só a escola Secundária de Paredes disponha, por exemplo, de separadores acrílicos dentro das salas de aula para manter a distância entre os alunos e em todas as outras escolas EB 2,3 e Secundárias, em Lordelo, Vilela/Rebordosa, na Sobreira, em Baltar e Cristelo, os alunos continuem sentados aos pares como se não estivéssemos em tempo de pandemia?”, referiu, salientando: “E mesmo na escola secundária de Paredes foi a direção da escola em conjunto de esforços com a Associação de Pais que adquiriu os separadores solicitados pelo ministério. A câmara não fez coisa alguma”.

José Miguel Garcez afirmou, também, ser necessário a autarquia “contratar mais autocarros para o transporte escolar de forma a respeitar a lei e garantir a segurança necessária a todos os alunos do concelho”.

“Como se não bastasse o facto de os alunos andarem em transportes escolares como sardinha em lata, potenciando a transmissão do vírus sem que a autarquia tenha contratado sequer um autocarro mais para evitar a transmissão da doença, vemos agora as escolas a funcionar sem as condições mínimas pedidas pelo ministério da educação”, expressou, sublinhando que “o presidente da câmara e o vereador da Educação, no mínimo, são responsáveis morais pelo abandono dos alunos e das nossas escolas e, consequentemente, ajudam pelo aumento exponencial do número de infetados no concelho”.

Fotografia: CDS-PP Paredes

Sobre este assunto, o líder centrista foi mais longe e afirmou: “como tirar fotografias junto dos infetados não dá votos nem dá jeito, Alexandre Almeida e Paulo Silva fazem de conta que os nossos estudantes não existem. Não respeitam os nossos filhos e netos e, por isso, não merecem o lugar que ocupam”, desejando ”a rápida recuperação de todos os infetados e faço um apelo a todos os habitantes do concelho que respeitem os protocolos de segurança estabelecidos para evitar uma tragédia ainda maior: usar máscara, desinfetar frequentemente as mãos e manter o distanciamento físico recomendado é o mínimo que cada um de nós pode fazer por si e pelo próximo”.

Contactada pelo Novum Canal, a Câmara de Paredes esclareceu que “as escolas estão cumprir as orientações que recebem do Ministério da Educação e dos seus planos de contingência. A Câmara de Paredes colabora sempre no que é solicitado”.


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