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Fotografia: União Sport Clube de Paredes

Eurico Couto confessa que jogo com o Benfica é prémio merecido para o Paredes pelo trabalho realizado

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Fotografia: União Sport Clube de Paredes

O treinador do União Sport Clube de Paredes,  Eurico Couto, assumiu,  em declarações ao Novum Canal, que o jogo frente ao Sport Lisboa e Benfica, a contar para a terceira eliminatória da Taça de Portugal, a disputar no dia 22 de novembro, é um prémio que faz jus ao trabalho que a sua  equipa tem vindo a realizar.

“Foi com entusiasmo e é um prémio merecido pelo que temos feito no clube desde estrutura aos jogadores e equipa técnica”, disse.

Questionado sobre o que espera do encontro da terceira eliminatória da Taça de Portugal, tendo em conta que de um lado e do outro vão estar duas equipas de patamares e com argumentos diferentes, Eurico Couto admitiu que é muito cedo para traçar cenários.

“É demasiado cedo para uma abordagem a esse jogo, não consigo pensar num jogo que será daqui a mês, com tanto para jogar ainda”, frisou.

Interpelado se este é daqueles jogos em que não é necessária motivação acrescida, o responsável pela equipa técnica do Paredes afirmou: “um jogador que necessita de jogar com um grande ou de prémios para estar motivado, não pode chegar muito longe na sua vida profissional, contudo é normal maior entusiasmo e alegria porque será um jogo com um grande que para todos eles nunca aconteceu”, expressou, sustentando que com o Benfica, a sua equipa irá tentar  dignificar o clube, a sua história, mas também valorizar-se quer coletivamente, quer individualmente.

“Aquilo que queremos é aproveitar oportunidade que conquistamos, procurar valorizar o nosso jogo do ponto vista coletivo para que no fim as pessoas consigam, também, saber de nós a nível individual. Lutamos para que as pessoas queiram saber quem somos”, declarou.

Fotografia: União Sport Clube de Paredes

Interrogado sobre como se prepara um encontro destes frente ao líder do campeonato da I Liga, Eurico Couto,  foi perentório na resposta: “como todos os outros, dedicação, foco e fazer o melhor que podemos e sabemos no que depende de cada um.  Máximo de nós no mínimo que fazemos” disse admitindo que a presença do público nas bancadas daria uma maior espetacularidade à partida.  

“Sim, sem dúvida, que seria muito mais efusivo e um espetáculo merecido, contudo não podemos apagar o momento que vivemos e devemos ser conscientes e aceitar as decisões por muito incoerentes que possam parecer. As decisões não boas ou más são decisões temos de respeitar e acreditar que são para o bem maior”, avançou, mostrando-se no, entanto, cético, quanto a existirem condições, até lá, para que o público possa assistir ao jogo.

“Acho difícil e inconsciente ter público num momento destes”, atalhou.

Questionado sobre o que é que sente ao defrontar uma equipa como o Benfica, Eurico Coto esclareceu que não consegue antecipar um sentimento de uma coisa que ainda não aconteceu.

“Não sinto nada , ainda não aconteceu. Não tenho como antecipar esse sentimento. Aquilo que posso dizer é que o meu objetivo é trabalhar para que jogos destes façam parte do meu dia a dia”, frisou, reiterando esperar que os jogadores do Paredes não percam identidade que os tem caracterizado e que sejam capazes de serem competitivos.


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