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Paredes: Instalação da comunidade cigana inicia este mandato

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O presidente da Câmara de Paredes, Alexandre Almeida, anunciou, em declarações ao Novum Canal, na Grande Entrevista, que a instalação da comunidade cigana em Paredes vai iniciar já este mandato, sendo uma obra determinante para o concelho que estava há cerca de 20 anos  por resolver.

“Além da questão do saneamento que estava há 20 anos por resolver, havia uma outra questão que estava por solucionar e que já tem uma luz ao fundo do túnel, que já definimos como a vamos resolver que é a questão do realojamento da comunidade cigana. Era um assunto que estava parado. Vai iniciar este mandato”, disse, confirmando que a opção por realojamento da comunidade no mesmo local onde se encontra, e não na Madalena, como estava inicialmente prevista, deve-se ao facto, por um lado, da autarquia ter tido a oportunidade de adquirir os terrenos onde a comunidade está já instalada, por um lado, e à dificuldade de encontrar um outro espaço noutra freguesia do concelho, por outro lado.

A este propósito, o chefe do executivo paredense destacou que mesmo que tivesse solicitado aos autarcas para indicar um local para o fazer, nenhum dos presidentes de junta de freguesia do concelho o teria feito.

“Surgiu a oportunidade de adquirir os terrenos onde a comunidade cigana está neste momento instalada. Aqueles terrenos já não pode ser olhados como de construção. Apesar de estarem numa zona nobre da cidade aqueles terrenos têm de ser olhados como uma zona de equipamentos. É como se já houvesse lá uma habitação social, só que era uma habitação degrada e sem condições. Compramos um terreno para equipamentos e o preço desse terreno não seria o mesmo se não estivesse lá instalada a comunidade cigana. Vamos tornar as habitações onde eles estão mais condignas”, expressou, acrescentando que naquela zona existe habitação social logo a montante e como tal  faz todo o sentido continuar a fazer ali habitação social.

“Deitamos mãos a um programa que é o Primeiro Direito, fizemos a nossa estratégia de habitação social e o primeiro apoio que vamos receber do Primeiro Direito será para fazermos habitação social para realojarmos a comunidade cigana. A partir daí vamos ainda ficar com terreno para fazer mais habitação social para realojar outras pessoas com necessidades de habitação social. Neste momento, já estamos a entrar numa segunda estratégia de habitação social  que é identificar, nas várias freguesias, habitações de pessoas que tem rendimentos baixos, nomeadamente pessoas já com alguma idade que poderão através de um programa que vamos criar aceder a fundos para melhorar a sua habitação. Estamos, também, a solicitar aos presidentes de junta de freguesia que identifiquem prédios devolutos ou outros terrenos onde se possa edificar habitação social porque estou convicto que neste Plano de Recuperação da Economia e de Resiliência haverá fundos para a criação de habitações sociais. Se tivermos oportunidade de investir nalgumas habitações quer em Paredes, quer nalgumas freguesias, com fundos comunitários, não iremos olhar para o lado e deixar de o fazer”, frisou.


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