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Câmaras da região advertem para agravamento das condições meteorológicas a partir da tarde de hoje

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Fotografia: Câmara de Paredes

As câmaras municipais da região, com base em indicações da Autoridade Nacional de Emergência e Proteção Civil (ANEPC), estão a advertir os munícipes para o agravamento das condições meteorológicas a partir da tarde de hoje, segunda-feira, dia 19 de outubro.

São vários os distritos que estão já sob aviso laranja, devido à depressão Bárbara que irá atingir Portugal Continental que irá trazer segundo Instituto Português do Mar e da Atmosfera “chuva forte, persistente e generalizada no território de Portugal continental, vento forte, a sul do Sistema Montanhoso Montejunto-Estrela e nas terras altas e agitação marítima forte em toda a costa”.

Segundo a mesma fonte, é expectável que possam ocorrer “inundações rápidas em meio urbano, por acumulação de águas pluviais ou insuficiências dos sistemas de drenagem; a possibilidade de inundação por transbordo de linhas de água nas zonas historicamente mais vulneráveis;  inundações de estruturas urbanas subterrâneas com deficiências de drenagem;  piso rodoviário escorregadio e eventual formação de lençóis de água”.

Fotografia: Câmara de Paredes

O Instituto Português do Mar e da Atmosfera adverte ainda para a ocorrência de “danos em estruturas montadas ou suspensas;  possibilidade de queda de ramos ou árvores; possíveis acidentes na orla costeira e deslizamentos de terras causados por instabilização de vertentes associados à saturação dos solos, pela perda da sua consistência”.

 ​Já a Autoridade Nacional de Emergência e Proteção Civil aconselha a que sejam implementadas várias medidas preventivas, “garantir a desobstrução dos sistemas de escoamento das águas pluviais e retirada de inertes e outros objetos que possam ser arrastados ou criem obstáculos ao livre escoamento das águas; adotar uma condução defensiva, reduzindo a velocidade e tendo especial cuidado com a possível formação de lençóis de água nas vias e não atravessar zonas inundadas, de modo a precaver o arrastamento de pessoas ou viaturas para buracos no pavimento ou caixas de esgoto abertas”.

A mesma entidade advertiu, também, para a necessidade de “garantir uma adequada fixação de estruturas soltas, nomeadamente, andaimes, placards e outras estruturas suspensas; ter especial cuidado na circulação e permanência junto de áreas arborizadas, estando atento para a possibilidade de queda de ramos e árvores, em virtude de vento mais forte; ter especial cuidado na circulação junto da orla costeira e zonas ribeirinhas historicamente mais vulneráveis a galgamentos costeiros, evitando se possível a circulação e permanência nestes locais e não praticar atividades relacionadas com o mar, nomeadamente pesca desportiva, desportos náuticos e passeios à beira-mar, evitando ainda o estacionamento de veículos muito próximos da orla marítima”.

A Autoridade Nacional de Emergência e Proteção Civil recomenda ainda para se “estar atento às informações da meteorologia e às indicações da Proteção Civil e Forças de Segurança e nos terrenos confinantes com rios e cursos de água, historicamente sujeitos a cheias e inundações, retirar os animais e os equipamentos agrícolas”.


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