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Conselho de Ministros aprovou resolução que promove produção artesanal tradicional como um setor dinâmico, inovador e sustentável

O Conselho de Ministros aprovou, esta quinta-feira, a resolução que cria o programa Saber-Fazer que contém a estratégia nacional para as artes e ofícios tradicionais, para os anos 2021-2024, e estabelece as medidas para a “salvaguarda, o reconhecimento e o desenvolvimento sustentável da produção artesanal”.

Segundo o comunicado do Conselho de Ministros de 24 deste mês, o programa Saber-Fazer assenta em três eixos: “transversalidade, territorialidade e tecnologia”, tendo como objetivos centrais “assegurar a transferência de conhecimento para as novas gerações, promover a inovação estratégica e qualificação de produtos e a respetiva valorização cultural e económica, no âmbito dos mercados nacional e internacional, bem como promover o turismo cultural, designadamente através da criação de roteiros turísticos”.

O programa abarca diferentes medidas, incluindo a instalação de um centro tecnológico para o Saber Fazer, a implementação de um programa de aprendizado e o apoio ao desenvolvimento de negócios locais.

Refira-se que a Estratégia Nacional do Saber Fazer Português 2019-2024 é uma iniciativa do Ministério da Cultura, em articulação com o Ministério da Economia e do Trabalho que tem como metas a “salvaguarda, desenvolvimento sustentável da produção artesanal”.

O programa pretende “valoriza o património cultural único deste setor, numa perspetiva crítica à luz dos desafios do nosso tempo” e assenta em quatro eixos fundamentais: “preservação, educação, capacitação e promoção”, pretendendo afirmar a produção artesanal tradicional como um setor dinâmico, inovador e sustentável, contribuindo ativamente para a riqueza e diversidade do património cultural e para o desenvolvimento económico do país.

“A aposta nas artes e ofícios promove a identidade própria do saber fazer português, potenciando o seu impacto cultural, social e económico”, lê-se na Estratégia Nacional do Saber Fazer.