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Jorge Ribeiro da Silva assume funções como administrador do Novum Canal

Fotografia: Jorge Ribeiro da Silva

Jorge Ribeiro da Silva é o administrador do Novum Canal, órgão de informação da Região do Tâmega e Sousa que cobre também os concelhos do Douro.

Conhecido paredense,  Jorge Ribeiro da Silva já colaborava no Novum Canal, há alguns meses, como advogado, tendo aceite o repto e o desafio que lhe foi proposto, passando, agora, a exercer novas funções no organograma da empresa.

“Eu comecei a colaborar com o “NOVUM CANAL” há vários meses enquanto advogado, ou seja, quando era necessário algum parecer ou questão no plano jurídico, o Paulo Lopes contactava-me e eu ajudava. Com o passar do tempo, e começando a conhecer a equipa, fui-me aproximando da estrutura e acompanhando o trabalho que era feito, muitas vezes dava por mim a pensar e a apreciar a forma como faziam tanto e com tanta qualidade com tão poucos meios, como se costuma dizer. Até que há algumas semanas foi-me lançado o desafio de ser administrador do Canal. Como é natural, e antes de aceitar, tive que ponderar sobre a forma como podia conciliar essa responsabilidade com o exercício normal da minha profissão, e depois de algum reajustamento no escritório aceitei”, disse.

Jorge Ribeiro da Silva admitiu que sempre foi um apaixonado  pela área da comunicação social, o  que alimentou e fortaleceu em si o desejo de se associar a este projeto.  

“Devo dizer que a área da comunicação social sempre me interessou, não apenas a área da televisão, mas também a imprensa escrita, em papel e não em formatos digitais e a rádio. Recordo aliás que no meu último ano da faculdade, concorri e prestei provas para entrar na “R.U.C.” (Rádio da Universidade de Coimbra), porém, quando concluísse o curso de locução estaria em simultâneo a concluir a licenciatura, e na altura de forma franca, falei com o responsável pelo recrutamento, dizendo que a estação não ia beneficiar em nada com o que iria despender na minha formação porque não tencionava residir em Coimbra depois de acabar o curso, e estaria também a ocupar a vaga de alguém que certamente iria aproveitar melhor a oportunidade, e não era justo. Ele concordou e ficamos amigos, e hoje que recordo esse episódio, faz-me ver que aquele sonho de entrar para o mundo da comunicação social não tinha terminado, tinha somente sido adiado”, frisou.

Fotografia: Jorge Ribeiro da Silva

Falando das suas novas funções enquanto administrador do projeto, Jorge Ribeiro da Silva esclareceu que terá a seu cargo o departamento financeiro, mas irá articular também com a programação sempre com o objetivo de trazer contributos para o projeto e fazer deste uma referência na região.

“Depois do convite que me foi feito, a forma e as áreas em que iria ter intervenção foram faladas até para eu perceber se estaria ou não à altura para as cumprir e para não defraudar quem apostou em mim. Neste momento, tenho a meu cargo o departamento financeiro, mas como se compreenderá, este departamento tem que estar em estreita conexão com todos os demais, por exemplo com a programação, uma vez que é a qualidade da programação que nos poderá trazer receita, e conferir sustentabilidade ao canal. A forma como tudo já estava de certa forma interiorizado pela estrutura, ajudou e facilitou muito o meu trabalho, por exemplo, se há uma questão comercial, trato com a Rita Pinto, se for algo mais relativo a programas, nomeadamente a novos que irão surgir, acompanho o Paulo Lopes, que é o diretor-geral e em quem confio, não me imiscuindo no seu critério. Mas há uma outra função que não me parece de somenos, que é, estar próximo tanto da equipa, como a Rita, a Fátima, ou a Mariana como com os nossos comentadores e os apresentadores, sempre que me é possível estou presente quando eles vêm ao estúdio, vejo os programas todos e depois, na medida do possível dou-lhes o meu “feedback”, creio que é uma forma de agregar, de os agarrar ao projeto, de lhes agradecer o tempo que gastam em preparar as suas intervenções porque são todos eles que fazem com que o Canal cresça, mas também que tenham a consciência que, como já aconteceu, e aqui entra a minha “costela de advogado”, dar o “corpo às balas” para os defender”, expressou.

Fotografia: Jorge Ribeiro da Silva

“De Maio para junho, e de junho para julho, as receitas tem vindo a subir, naturalmente que não falo em valores estratosféricos, mas de valores que nos permitem ser autossustentáveis, termos as despesas correntes a serem pagas com receitas correntes, e todos os fornecedores em dia.”

Sobre o projeto Novum Canal e o peso que o projeto tem na região e o que significa em termos informativos,  Jorge Ribeiro da Silva, admitiu que apesar das circunstâncias difíceis que o país está a viver, o Novum Canal tem vindo a crescer.

“Estamos a sair de uma fase tremendamente difícil por força das circunstâncias que são conhecidas, e não sabemos que futuro nos espera, mas o que sinto em relação ao Canal, é que estamos, passo a passo, a crescer apesar da crise que se sente. E aqui entra o “financeiro”, de Maio para junho, e de junho para julho, as receitas tem vindo a subir, naturalmente que não falo em valores estratosféricos, mas de valores que nos permitem ser autossustentáveis, termos as despesas correntes a serem pagas com receitas correntes, e todos os fornecedores em dia. No tempo em que vivemos, e apesar de ser um pouco ainda “o caminho das pedras”, é motivo para nos sentirmos orgulhosos, e com a gestão controlada como está, vamos ampliar as nossas instalações, para termos os escritórios e a redação onde hoje é o estúdio, fisicamente separada dos estúdios de gravação, o que, não tenho dúvidas, irá melhorar muito a oferta que temos para dar ao nosso público, mas também aos nossos parceiros”, avançou.

O novo administrador do Novum Canal reconheceu que o projeto “luta para todos os dias aprender com os erros que certamente irá cometer, melhorar a qualidade dos nossos programas, aumentar a grelha de programação, ir crescendo em termos de audiências, inovar na oferta”.

Interpelado se considera que o Novum Canal é já uma aposta ganha, Jorge Ribeiro da Silva foi perentório:

“Dizer que sim seria amputar a ambição que temos em sermos hoje melhores do que éramos ontem e menos do que seremos amanhã. Queremos crescer todos os dias, aprender com os erros que certamente iremos cometer, melhorar a qualidade dos nossos programas, aumentar a grelha de programação, ir crescendo em termos de audiências, inovar na oferta, como recentemente se deu o caso da estreia do programa de desporto com o Pedro Moreira ou o “xeque – mate” com o Vitor Cardoso, não vejo muitos canais a apostarem no xadrez, mas o xadrez é hoje uma realidade em várias escolas porque potencia em termos cognitivos os seus alunos, é uma modalidade que está a crescer, ou o “talk-show” do Nuno Norte que irá estrear em breve, isto para te dar apenas três exemplos. Avançaremos com cautelas, cientes das dificuldades, mas sem deixar de tentar ir mais longe, e  de ousar,  digo isto, e também em matéria de desporto, com transmissão televisiva em direto, e para todo o mundo português, que fizemos dos jogos  de Hóquei em Patins da fase pré-preliminar da 3º Divisão Zona Norte de subida à 2ª divisão, que decorrerá no Pavilhão Municipal de Paços de Ferreira no primeiro fim de semana de Setembro de 2020, que nos levou a alcançar mais de 100 mil pessoas, e dezenas de milhar de visualizações tudo concentrado naqueles três dias, o que nos permitiu chegar mais longe e a mais gente, ainda hoje é o dia em que somos contactados por pessoas da Região do grande porto, como de Matosinhos e da Póvoa de Varzim, e o “feedback” que recebemos é muito positivo. Mas em relação a esta questão não posso deixar de agradecer ao Paulo Lopes que teve um contributo decisivo para que tivéssemos conseguido a transmissão, mas também, o contributo técnico da Fátima, da Inês e do Cristiano, já para não falar da incansável Rita. Afirmar hoje que é uma aposta ganha seria manifestamente redutor para o caminho que estamos a trilhar e para as metas que nos propomos alcançar”.

Fotografia: Jorge Ribeiro da Silva

“O “NOVUM CANAL” já faz parte do dia a dia de milhares de pessoas da região, o que já de si diz muito quanto ao crescimento que temos tido, já é olhado como referência, o que se por um lado faz aumentar a nossa responsabilidade, tem o outro lado, de nos motivar mais ainda”

Sobre a implantação e visibilidade que o projeto tem hoje, Jorge Ribeiro da Silva confirmou que o Novum Canal já faz parte do dia a dia de milhares de pessoas da região, o que já de si diz muito quanto ao crescimento que o projeto tem tido.

“Uma coisa que sempre senti, ainda longe de imaginar que alguma vez iria estar aqui, é a honestidade, a isenção, o rigor e a pluralidade com que se trabalha nesta casa, e agora, “visto de dentro”, constato isso mesmo, e mais, respeitamos todos e não olhamos para ninguém como concorrentes, com aquele sentido negativo que normalmente se associa, nas chamadas “guerras de audiência”. Somos credores de igual respeito da parte dos demais, disso não abdicamos quando nos criticam, nem abdicaremos, mas sempre com urbanidade. O “NOVUM CANAL” já faz parte do dia a dia de milhares de pessoas da região, o que já de si diz muito quanto ao crescimento que temos tido, já é olhado como referência, o que se por um lado faz aumentar a nossa responsabilidade, tem o outro lado, de nos motivar mais ainda”, assegurou, confirmando que o projeto  tem margens para continuar a crescer, sendo objtivo apostar em novos projetos e programas desde o entretenimento, a cultura, o desporto, a música.

“Estamos a crescer não apenas na estrutura física com os três estúdios e um camarim por um lado, e redação por outro como iremos aumentar a oferta ao nível da programação. Uma coisa quase que conduzirá à outra, porque se temos mais condições para gravar, aumentarão o número de programas e, claro está, a sua diversidade, termos uma grelha de programas, mas tudo isto com elevada dose de realismo e razoabilidade, se as obras forem concluídas numa terça-feira, não é no dia seguinte que teremos programas para as 24 horas do dia. Avançar sem medo, mas cientes das dificuldades e com o inerente cálculo do risco, não daremos passos maiores que as pernas. Além dos programas que já existem, iremos apostar no  entretenimento, na cultura, no desporto, na música, por exemplo, o mês de agosto terá uma programação diferente da habitual, mais suave e própria da época, para depois regressarmos em força em outubro, não poderei revelar muito mais, mas teremos novidades”, declarou.

Questionado se encara este projeto também como um desafio pessoal,  Jorge Ribeiro da Silva  reiterou estar cada mais motivado com o projeto, e com mais energia para lutar pelo seu crescimento.

“É sem dúvida, um grande desafio, e para o qual espero estar à altura. Tudo o que nos faz sair da chamada “zona de conforto” obriga-nos a crescer e a fazer crescer essa mesma zona de conforto, e quando nos desafiam, o ato contínuo é, interiormente, desafiarmo-nos a nós próprios, e depois decidir se se aceita esse duplo desafio, e se avançamos para ele, ou não. E só erra quem age, porque quem não age já errou duplamente, e eu não estou nada arrependido em ter aceite o convite, e de, a cada dia que passa, estar cada mais motivado com o projeto, e com mais energia para lutar pelo seu crescimento”, avançou.