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Castelo de Paiva: Regeneração urbana avança com investimento de quase um milhão de euros

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Fotografia: Câmara de Castelo de Paiva

Depois de concretizada a adjudicação da obra, a Câmara Municipal de Castelo de Paiva assinou, esta segunda-feira, o Contrato de Empreitada com a empresa Edilages, SA, representada por Agostinho Daniel da Rocha, para a obra de requalificação urbanística do Largo do Conde e da Praça da Independência, uma intervenção com investimento de 914.646,85 de euros.

O investimento tem como metas “reduzir as áreas de circulação viárias, a plantação de mais espécies arbóreas promovendo a biodiversidade local, promover a mobilidade pedonal e ciclável, removendo obstáculos físicos e desníveis que dificultam a deslocalização, bem como a melhoria da qualidade estética, paisagística e urbanística”.

A obra pretende, também, “diminuir o impacto arquitectónico de edifícios em mau estado de conservação, assim como beneficiar a contemplação de edifícios de maior interesse, preservar e enaltecer o valor histórico e cultural da estátua do Conde de Castelo de Paiva e o Cruzeiro, promover o conceito de desenvolvimento sustentável e preservação ambiental na utilização de métodos de recolha de águas pluviais, capazes de separar o lixo acumulado, assim como a criação de espaços que facilitem a instalação de estruturas associadas ao comércio local”, lê-se no comunicado que nos foi facultado.

Segundo a autarquia, a empreitada terá início a curto prazo e será realizada no âmbito da regeneração urbana que está em curso na vila, tendo em conta a preservação histórica e cultural que a edilidade quer manter neste espaço emblemático da urbe paivense.

Fotografia: Câmara de Castelo de Paiva

De acordo com o município paivense,  este é um projeto de requalificação urbana, financiado pelo Norte 2020 em 85% e pela edilidade paivense em 15%, “que vai mudar profundamente a imagem do centro da vila de Castelo de Paiva, apresentando um espaço mais funcional, mais valorizado e projetado para as pessoas, abordando o valor histórico, ambiental e estético, privilegiando a funcionalidade, dinâmicas, fluxos, carga diária e conectividade com outros acessos à vila, sem esquecer a tipologia do edificado local e a relação entre edifícios”.

Citado em comunicado, o presidente da Câmara de Castelo de Paiva, Gonçalo Rocha, referiu que esta é obra “ambiciosa, que assenta num conceito minimalista, funcional e esteticamente apelativo, sem retirar as características únicas que este espaço permite, louvando a equipa projectista de jovens paivenses, que gizaram um projecto magnífico, uma obra pensada para conferir ao principal espaço público de Castelo de Paiva, maior qualidade e facilidade de uso, uma melhoria que vai contribuir para o tornar a zona central da vila mais convidativa, criando uma identidade urbana positiva e moderna associada à qualidade do ambiente urbano e ao dinamismo socioeconómico”.

Fotografia: Câmara de Castelo de Paiva

O autarca avançou que “era importante e oportuno aproveitar a oportunidade do financiamento comunitário, associado à estratégia de regeneração urbana que está em curso em diversas frentes, para avançar para a requalificação deste espaço histórico da vila, sempre visto como um cartão de visita do município que importa valorizar sempre”.

O chefe do executivo revelou, também, que “esta beneficiação vai contribuir para tornar ainda mais convidativo este espaço público de Castelo de Paiva, criando uma identidade urbana, moderna e atractiva, associada à qualidade do ambiente urbano e dinamismo sócio-económico, com espaços públicos renovados dos quais as pessoas, a sua segurança e conforto, são o principal foco, sublinhando ainda o presidente do Município que, o Largo do Conde será sempre um local privilegiado, que continuará a manter a sua história, que será agora mais valorizada e projetada para as pessoas”.

Fotografia: Câmara de Castelo de Paiva

Ainda de acordo com o município, da parte da empresa que assegura a execução da empreitada, ficou a garantia de cumprir os prazos estabelecidos ( 365 dias ) e minimizar ao máximos os transtornos que as obras podem causar no centro da vila, assegurando acesso aos serviços públicos ali localizados.


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