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Marco vence Maia e conquista terceiro lugar da fase pré-preliminar

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O Hóquei Clube do Marco bateu o Hóquei Clube da Maia (7-2) no último encontro a contar para a Fase Pré-Preliminar, 3.ª Divisão Norte de Hóquei em Patins, disputado no Pavilhão Municipal de Paços de Ferreira.

Afonso Santos, atleta do Hóquei Clube do Marco, no balanço a este encontro, assumiu que este foi um jogo atípico, que já não contava para nada, apenas para cumprir calendário, que permitiu  à formação marcuense  ganhar rotinas e chegar às vitórias, depois do empate, deste sábado, frente ao Lavra (6-6) e da derrota  logo no primeiro jogo, frente ao União Sport Clube de Paredes, Hóquei em Patins, por (5-3).

Fazendo um balanço dos três jogos realizados, o atleta que realizou, este domingo, o seu último jogo pela formação marcuense, por motivos académicos, deixou duras críticas à equipa arbitragem no jogo Marco-Paredes, considerando que esta acabou por prejudicar o conjunto marcuense e com isso afetar a mentalidade da equipa.

Referindo-se ainda ao jogo Marco-Paredes, Afonso Santos considerou “ridículas” as duas advertências que lhe foram feitas e que culminaram na sua expulsão.

Apesar da formação marcuense não ter atingido os seus intentos, Afonso Santos disse acreditar que o Hóquei Clube do Marco vai continuar a lutar para subir de divisão já esta época e dar mais uma glória a um clube que tem raízes no hóquei em patins.

Paulo Torres, técnico do Hóquei Clube da Maia, assumiu que o Marco foi melhor que o adversário, reconhecendo que a sua equipa denotou algum cansaço e sentiu o peso das duas derrotas iniciais com o Lavra e o Paredes.

“Estes resultados vão servir para retirar ilações, e fazer com que possamos corrigir alguns situações e aspetos menos positivos”, avançou, sustentando que o facto do Maia ter estado seis meses sem treinar e a falta de um espaço para treinar acabou por condicionar o planeamento da sua equipa para esta fase pré-preliminar.

Falando do campeonato e dos objetivos da equipa nesta prova, o técnico da formação da Maia considerou que um clube como o Maia tem que lutar pelos lugares da frente, mas admitiu que a mais-valia dos restantes conjuntos fazem prever uma prova competitiva e bastante disputada.

Ernesto Peixoto, guarda-redes do Maia, reconheceu que a formação do Marco teve mais bola e foi um justo vencedor. O atleta do Maia realçou, também, que os erros individuais e coletivos acabaram por penalizar o conjunto da Maia.

No cômputo geral, Ernesto Peixoto manifestou que a sua equipa podia ter feito mais e melhor mas mostrou-se convicto que, já esta época, a formação do Hóquei Clube da Maia vai lutar pelos lugares cimeiros e fazer tudo para subir diretamente de divisão.


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