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Fotografia: União Sport Clube de Paredes Hóquei em Patins

Empate com Lavra garante passagem do Paredes à fase preliminar

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O União Sport Clube Paredes empatou a quatro golos com o Lavra, no terceiro jogo a contar para a Fase Pré-Preliminar 3.ª Divisão Norte de Hóquei em Patins, encontro disputado no Pavilhão Municipal de Paços de Ferreira.

Numa partida eletrizante e bastante equilibrada, a  formação do União Sport Clube de Paredes, Hóquei em Patins,  esteve sempre a perder, na última fase do encontro, chegou mesmo a ter  uma desvantagem de dois golos, mas a eficácia do Paredes veio ao de cima com o conjunto orientando por Diogo Pereira a repor a igualdade e a garantir a passagem à fase preliminar.

O técnico da formação paredense, Diogo Pereira, assumiu que a fase inicial  ficou marcada pelo nervosismo da sua equipa, mas a qualidade de jogo e o critério com  que os seus atletas aplicam em todos os jogos acabou por vir ao de cima com o desenrolar da partida.

“A minha equipa entrou algo nervosa, não foi o que tínhamos combinado, mas a qualidade do conjunto e a técnica dos meus jogadores sobrepôs-se e apesar da desvantagem conseguimos explanar o jogo o obter um empate que nos garantiu a passagem à próxima fase”, afirmou.

Falando da fase preliminar, Diogo Pereira reconheceu que o cronograma definido pela Federação de Patinagem de Portugal vai obrigar a equipa a entrar novamente em ringue com jornada dupla, num curto espaço de tempo, sendo fundamental a formação descansar e trabalhar a pensar já no próximo adversário.

“A fase preliminar tem cinco equipas, passam apenas três, sabemos da qualidade dos adversários, mas vamos tentar dar o nosso melhor e vencer jogo a jogo”, atalhou, admitindo que a fase preliminar integra um naipe de equipas já com bastante experiência e que  vão querer subir de patamar.

Bruno Dinis, atleta do União Sport Clube de Paredes, Hóquei em Patins, reconheceu, também, que o Lavra foi um adversário à altura, que lutou até ao fim pela passagem à próxima fase, mas o querer, a garra, a determinação da formação paredense, associadas à motivação e disponibilidade física e mental com que o Paredes encarou esta partida, assim como as duas anteriores,  foram determinantes para alcançar o primeiro lugar da fase pré-preliminar.

“No cômputo dos três jogos, o Paredes cumpriu com os objetivos a que se tinha proposto, mas nada está ganho. Faltam disputar quatro jogos e só com garra, determinação e a mesma disponibilidade e frescura conseguiremos passo a passo atingir os nossos objetivos”, acrescentou.

Carlos Seabra, responsável pela secção de hóquei em patins do Paredes, realçou o empenho, a garra e a determinação do conjunto paredense neste encontro, confirmando que a sua equipa foi a mais consistente e mereceu o triunfo e a passagem.

“O Lavra fez-nos suar, mas fomos a melhor equipa, dispusemos de inúmeras oportunidades que não concretizamos, mas no final e apesar de termos andado  sempre a correr atrás do prejuízo, conseguimos atingir os nossos intentos”, concretizou, sustentando que o Paredes foi a equipa que praticou o hóquei mais bonito e a melhor equipa em ringue.

O técnico do Lavra, André Barbosa, relevou o comportamento dos seus atletas durante toda a partida, assumindo que a sua equipa foi a melhor e controlou a partida.

“Os meus jogadores foram gigantes,  dominamos o encontro. Que me recorde o Paredes, na primeira metade, dispôs apenas de duas situações de golo. Fomos a equipa mais inteligente em campo, estivemos sempre à frente do marcador, mas quase  no final do encontro aconteceu o que aconteceu, ainda não compreendi o que se passou, terei que ver melhor esse lance”, disse, sublinhando que apesar do empate e da sua equipa não ter conseguido passar à fase preliminar, o Lavra não vai atirar a toalha ao chão e já esta época vai voltar a fazer tudo para atingir o objetivo de chegar à segunda divisão nacional.

André Barbosa apontou, também, a sobrecarga de jogos que a sua equipa, assim como as demais tiveram que fazer, bem como o facto de ter deixado o Pavilhão Municipal de Paços de Ferreira, no primeiro encontro, já para lá da meia noite, um contratempo que acabou por afetar o rendimento e a prestação do Lavra.

Luís Filipe, jogador do Lavra, destacou que o encontro deste domingo foi uma partida digna de uma final, com o resultado a manter-se sempre em aberto.

“Caiu para o Paredes, mas podia ter caído para o Lavra. Estivemos sempre na frente do marcador, mas quase na reta final da partida deixamos escapar a vantagem de dois golos que tínhamos para o Paredes”, adiantou, concordando que o Lavra/Paredes foi um excelente encontro de hóquei em patins, com excelentes executantes, tendo ficado apenas marcado pelo “desentendimento”,  já na reta final da partida.

“No cômputo dos três jogos, julgo que a equipa esteve bem, praticou bom hóquei e dignificou o clube e a modalidade”,  acrescentou.


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