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Associação Profissional dos Trabalhadores das Pedreiras satisfeita com a eliminação o fator de sustentabilidade

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Fotografia: Associação Profissional dos Trabalhadores das Pedreiras

A Associação Profissional dos Trabalhadores das Pedreiras afirmou estar satisfeita pelo facto do Governo ter aprovado, esta quinta-feira, em reunião de Conselho de Ministros, o decreto-lei que atualiza a idade de acesso às pensões e elimina o fator de sustentabilidade nos regimes especiais de antecipação da idade de pensão de velhice.

Ao Novum Canal,  presidente da Associação Profissional dos Trabalhadores das Pedreira, Manuel  Teixeira, relevou o que considerou ser uma vitória para a associação e para os trabalhadores das pedreiras.

“Este foi o primeiro passo, mas teremos de esperar para que seja publicado em Diário da República para avaliar se o fator de sustentabilidade vai efetivamente cair ou não”, disse, salientando que o anúncio feito, esta quinta-feira, pela ministra da Presidência e da Modernização Administrativa, Mariana Vieira da Silva, é, sobretudo, uma boa notícia para os pedreiros que vinham reclamando o peso do fator de sustentabilidade nos seus parcos rendimentos.

“Estamos a falar de cortes significativos que nalguns casos podem ultrapassar os 70 euros. Eu próprio fui vítima desses cortes e do peso do fator de sustentabilidade. Para quem aufere rendimentos tão baixos, estamos a falar de um esforço considerável”, expressou.

Refira-se que a coordenadora nacional do Bloco de Esquerda, Catarina Martins, esteve recentemente em Peroselo, concelho de Penafiel, num encontro que contou com vários trabalhadores das pedreiras e elementos da associação, tendo a eliminação do fator de sustentabilidade sido um dos temas abordados.

Fotografia: Associação Profissional dos Trabalhadores das Pedreiras

Ao Novum Canal, Manuel Teixeira tinha avançado que se nada fosse feito, nos próximos tempos, a associação estava a ponderar avançar com um protesto em Lisboa para fazer valer as sua posições e os seus direitos.

O dirigente assumiu, no encontro que manteve com Catarina Martins, que torna-se difícil para os trabalhadores das pedreiras cumprir com as exigências do Centro Nacional de Pensões, nomeadamente que comprovem o tempo de atividade, uma situação, afirmou, difícil de atestar  e comprovar, em determinados casos, até porque as empresas para as quais laboraram já não existem, outras mudaram de nome e nalguns casos os proprietários já faleceram.


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