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Fotografia: Juventude Pacense

Quatro equipas disputam 1.º Torneio António Augusto D. Matos

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Fotografia: Juventude Pacense

O Juventude Pacense organiza entre 11 e 12 de setembro no Pavilhão Municipal de Paços de Ferreira, o 1.º Torneio António Augusto D. Matos, competição que irá contar com a presença de quatro equipas (F. C. Porto, H.C. Braga, Riba D’Ave e Juventude Pacense).

Segundo o presidente da Juventude Pacense, Mário Almeida, a prova tem como objetivos homenagear os sócios fundadores do clube na pessoa do sócio n.º 1, tido  como o mais emblemático de todos o sócios.

“É da mais elementar justiça louvar a iniciativa de um conjunto de pessoas que imbuídos de nobre valores sociais, construíram  alicerces sólidos que ainda hoje perduram e perdurarão no tempo”, disse, salientando que os jogos decorrerão na sexta dia 11 às 20 e 22 horas e no sábado dia 12 às 16.30 e 18.30 horas, sendo que neste momento a organização desconhece se poderá contar com público nas bancadas.

Sobre as expectativas que o Juventude Pacense tem para esta competição, Mário Almeida assumiu que é objetivo da organização transformar este torneio numa das referências futuras no que ao arranque das épocas desportivas diz respeito.  

“Desde logo pretendemos colocar este torneio numa das referências futuras no que ao arranque das épocas desportivas diz respeito, consolidá-lo e ao mesmo tempo promover a modalidade. Em termos desportivos temos a expectativa que sirva para galvanizar os nossos atletas da formação e ao mesmo tempo dar ritmo competitivo à equipa sénior”, frisou.

Questionado quanto ao calendário do Campeonato Nacional da 2.ª Divisão 2020/21 e quais os objetivos do Juventude Pacense para a presente época, o dirigente destacou que a formação de Paços de Ferreira quer fazer  uma época positiva e estar ao seu melhor nível, não descurando uma subida ao primeiro escalão.

“O Juventude Pacense é hoje um clube respeitado no seio do hóquei em patins, ano após ano temos procurado melhorar desportivamente e em termos de organização. A época atípica que findou permitiu prepararmos a próxima com antecedência e serenidade, pelo que arrancamos com a expectativa de realizarmos uma excelente época, não descurando a possibilidade da subida ao I escalão”, avançou, sustentando que o Juventude Pacense terá que respeitar  todos os adversários de forma a conseguir almejar os seus intentos.

Fotografia: Juventude Pacense

“Só podemos realizar um jogo de cada vez e teremos de enfrentar todos os adversários, respeitando todos eles da mesma forma, pois pela experiência de outros anos percebemos que não existem vencedores antecipados”, concretizou, esclarecendo que a preparação da época da equipa sénior já começou em várias vertentes, sendo que os treinos iniciar-se-ão na próxima semana.

Refira-se que os jogos iniciam em Outubro, se nada de inesperado vier a ocorrer.

Falando da equipa de sub-23 e das expectativas que esta tem para a presente época, Mário Almeida mostrou-se convicto que a formação pacense fará uma época conseguida, um pouco à semelhança, do que sucedeu no ano passado.

“O campeonato de sub 23 sofreu esta época uma alteração pois passou a ser disputado a nível nacional com organização da FPP o que trará seguramente outra dimensão à prova depois de uma época de estreia que teve um termo prematuro. A equipa de sub 23 terá oportunidade de demonstrar o seu valor como já o fez no ano transato e realizará seguramente uma boa época, possibilitando aos jovens uma transição para a equipa sénior”, retorquiu.

Interpelado se existem condições do ponto de vista sanitário para o campeonato se realizar nas datas definidas, Mário Almeida admitiu que todas as equipas estão a passar por momentos “inesperados”, confirmando ser determinante retomar a competição.  

“Estamos a atravessar tempos inesperados que quebraram as nossas rotinas e hábito. Apenas no futuro poderemos compreender e avaliar melhor esta crise sanitária e os seus efeitos . Pelos elementos existentes e pela avaliação que fazemos, até porque agora dispomos já de termos comparativos com outras modalidades, acreditamos que é essencial retomarmos a normalidade o quanto antes, adotando as medidas determinadas pela DGS, sob pena de perdermos irremediavelmente a formação, atletas, estruturas diretivas e da modalidade desportiva demorar seguramente uma década a recuperar dos efeitos da paragem na competição”, acrescentou, defendendo a existência de público nos jogos.

“Quem conhece os pavilhões onde se disputam jogos de hóquei sabe que uns têm melhores condições logísticas do que outros mas todos reúnem condições para a presença de público nas bancadas.  No nosso caso, utilizamos um pavilhão com capacidade para mais de mil pessoas, pelo que não temos dúvidas que, ainda com redução do número de espetadores, existem condições para a presença de público nas bancadas, devendo cada pavilhão ser avaliado à semelhança do que se fez nos estádios de futebol”, declarou.


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