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Maioria das instituições particulares de solidariedade social de Paredes ainda não reúnem condições para a reabertura dos centros de dia

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A vereadora da Ação Social da Câmara de Paredes, Beatriz Meireles, revelou ao Novum Canal, à margem do encontro que a autarquia manteve com as instituições particulares de solidariedade social (ipss´s) do concelho, que a maioria das instituições  com a valência de centro de dia não reúnem condições para a abertura desta resposta social.

Foi mais um encontro profícuo das IPSS do concelho de Paredes com a CMP, no âmbito da gestão da pandemia Covid-19. Desta feita, estiveram presentes todas as IPSS’s com valência de centro de dia, a quem a CMP agradeceu, uma vez mais, a dedicação e o apoio prestado aos idosos, mais vulneráveis. Chegamos a conclusão que a maioria das IPSS’s ainda não reúne as condições para a abertura, por forma a cumprirem as orientações impostas e preverem que os idosos regressam, em segurança, às instalações. Assim, procuram-se estratégias conjuntas para contornarmos as situações, para adaptação dos espaços ou outras, como é o caso de a CMP auxiliar no apoio psicológico, a quem ainda irá permanecer no domicílio”, disse a autarca, que explicou que este encontro teve como propósito avaliar as condições de reabertura dos centros de dia com as novas regras da Direção-Geral de Saúde, num encontro que decorreu no âmbito da Rede Social do município.

O encontro procurou, também, fazer o ponto de situação das necessidades e preocupações das instituições paredenses.

Ao Novum Canal, Beatriz Meireles recordou que há que acautelar a saúde dos idosos, quer em termos físicos, quer em termos mentais, esclarecendo que no concelho apenas uma instituição particular de solidariedade social reabriu a valência de centro de dia.

A autarca confirmou que ainda não estão reunidas as condições para muitos dos centros de dia reabrirem, principalmente quando acumulam outras valências e darem início às suas atividades.

Fotografia: Câmara de Paredes

Questionada se defende uma reabertura faseada e condicionada, Beatriz Meireles declarou que não existem casos iguais.

“Cada uma das instituições deve adaptar os espaços, gerir os recursos humanos, reabertura faseada, em função das orientações impostas, devidamente articulado com a Delegação de Saúde local”, adiantou,  sustentando que as instituições que acumulam espaços e valências comuns terão mais dificuldades em colocar em prática o Guião Orientador para a Reabertura da Resposta Social Centro de Dia.  

Será mais difícil reunirem as condições impostas (necessárias para se evitarem contágios), quando as IPSS acumulam valências e espaços comuns, por exemplo, cozinha, cantina, wcs, mas, estou certa, serão procuradas alternativas para que todas as normas sejam devidamente acauteladas e os idosos estejam bem, quer nas IPSS (se for o caso), quer em casa”, avançou.

Além da vereadora da Ação Social, este encontro contou com as presenças do vereador da Proteção Civil, Elias Barros e do vereador com o pelouro da Saúde, Paulo Silva.


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