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Paços de Ferreira: Pintora Maria Costa expõe “Liberdade” no Museu Municipal – Museu do Móvel

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Fotografa: Maria Costa

A pintora Maria Costa inaugura dia 14 deste mês o seu mais recente trabalho intitulado “Liberdade” exposição de pintura que vai estar patente ao público até ao dia 3 de outubro.

Ao Novum Canal, a autora confessou que a ideia de concretizar  esta mostra partiu de um interesse de divulgar o seu trabalho.

“A exposição tem como tema “ a liberdade” , que é exatamente a palavra-chave em que eu penso e sinto ao realizar as minhas obras, porque para mim, na pintura não existem regras nem ordens especificas. Posso ser totalmente livre. Posso ser eu mesma”, disse, salientando que o gosto pela pintura  e pela arte surgiu inicialmente como uma brincadeira, tendo começado por iniciar-se na pintura abstrata.

“O gosto pela arte despertou em mim numa brincadeira com as minhas amigas onde acabei por experimentar a pintura abstrata. Desde então, há cerca de 4 anos tenho construído todo o meu trabalho”, afirmou.  

Segundo Maria costa, na  exposição vão ser expostos entre 10 a 15 obras, mas a mostra conta sua totalidade, mais de 30.

“Não tenho uma preferência por uma obra em concreto pois coloco amor em todas elas. Todas são muito especiais para mim”

Maria Costa confessou que é a primeira vez que vai expor o seu trabalho, confessando que o nome da mostra lhe surgiu de forma automática.

Questionado sobre a obra que mais a marcou, Maria Costa assumiu ter dificuldades em escolher uma, dado que, considerou, serem todas especiais para si.

Fotografia: Maria Costa

“Não tenho uma preferência por uma obra em concreto pois coloco amor em todas elas. Todas são muito especiais para mim”, atalhou, desejando que o público possa usufruir deste que é o seu mais recente trabalho.

“Espero que as pessoas gostem e que sintam a mesma boa sensação que eu ao construi-las”, acrescentou

Questionada sobre a abertura que teve da Câmara de Paços de Ferreira relativamente à exposição, Maria Costa realçou que o município foi de uma recetividade total.

“A abertura foi muito boa, mostraram-se disponíveis para a organização de todo o evento, valorizaram e apoiaram o meu trabalho”, acrescentou, admitindo não ter um conhecimento  preciso sobre os efeitos da crise sanitária sobre o setor da cultura e da arte, em especial.

“Sou uma pintora autodidata, como é a primeira vez que estou a organizar e a expor o meu trabalho, não tenho conhecimento do tamanho que a arte neste momento possa estar afetada, no entanto, creio que é possível que hajam algumas dificuldades porque os eventos são mais escassos e as formas de divulgação neste momento têm sido em formato mais digital o que impede muitas vezes, os apreciadores poderem ter um contacto mais de perto com a arte”, afiançou, reiterando ter tido, nesta mostra, total abertura do município e apoio dos técnicos da autarquia.

“Não consigo prever o futuro nessa dimensão. Para mim a pintura é uma forma de criar o meu bem-estar. A inspiração não é previsível. Não consigo dizer se no futuro irei criar obras com outros materiais ou com os mesmos nem se o seu tema também será o mesmo”

Interpelada sobre quais os trabalhos que gostaria de implementar a curto/médio prazo, Maria Costa foi perentória ao afirmar que na arte e na pintura é difícil prever o futuro.

“Não consigo prever o futuro nessa dimensão. Para mim a pintura é uma forma de criar o meu bem-estar. A inspiração não é previsível. Não consigo dizer se no futuro irei criar obras com outros materiais ou com os mesmos nem se o seu tema também será o mesmo. Há coisas que não se explicam, nós sentimos”, manifestou.


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