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Lousada pede ao Governo para compensar empresas que ficaram desprotegidas na primeira semana após primeiros casos da Covid-19

O vereador com os pelouros  da economia e da ação social da Câmara de Lousada, Nélson Oliveira, advertiu Governo para necessidade de compensar as empresas e trabalhadores que viram os rendimentos reduzidos, assim  que surgiram os primeiros casos em Lousada e Felgueiras, na sequência da crise sanitária e da decisão da autoridade nacional de saúde  de encerrar vários estabelecimentos.

Segundo o vereador, em causa está  prazo de uma semana, sendo várias as empresas privadas (ginásios, entre outras) e os trabalhadores afetados nos dois concelhos que ficaram desprotegidos em termos tributários e até ao nível da Segurança Social, não existindo ainda um cabal esclarecimento da situação.

O autarca manifestou que os estabelecimentos privados e os trabalhadores locais não podem ficar prejudicados nesta questão, recordando que o encerramento em Lousada e Felgueiras foi determinado pela DGS e pelo Governo, antes das restrições serem alargadas ao resto do país.

Nesta matéria, Nélson Oliveira defendeu que os restantes municípios em Portugal não podem estar num patamar e os concelhos de Lousada e Felgueiras  noutro.  

Nélson Oliveira defendeu, também, que empresas e entidades não podem assumir esse custo porque não têm para já qualquer resposta da Segurança Social a este problema.

Em causa estão as despesas tidas com os seus funcionários , existindo várias empresas que não foram ressarcidas dos prejuízos resultantes do encerramento, na primeira semana, recordando que um trabalhador que recebia  um salário mínimo não pode auferir apenas ¾ desse vencimento.

Segundo  o autarca, a plataforma  apoio excecional à família para trabalhadores por conta de outrem, destinada aos trabalhadores que exercem atividade por conta de outrem que faltem ao trabalho por motivos de assistência a filhos ou outros menores a cargo, menores de 12 anos, ou com deficiência/doença crónica independentemente da idade, decorrente de encerramento do estabelecimento de ensino determinado por decisão da  autoridade de saúde ou do Governo não aceitou o preenchimento anterior ao dia 16 de Março, provocando esta desproteção social.