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António Cunha questionou embaixador da República Federal da Alemanha sobre Fundo de Recuperação Europeu

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O deputado penafidelense, António Cunha, questionou o embaixador da República Federal da Alemanha que assumiu este mês a presidência rotativa da União Europeia (UE), sobre o Fundo de Recuperação europeu, instrumento inserido no Quadro Financeiro Plurianual para  2021-2027, na sequência da crise sanitária.

“O Orçamento da União Europeia deve focar-se, por um lado, nos atuais desafios do contexto da Covid-19, e, por outro, nos objetivos estratégicos de longo prazo da União Europeia num mundo em constante mudança, mas essas negociações devem desaguar numa aprovação que exija unanimidade e tememos sinceramente que se avizinhem negociações tensas e difíceis quer pela relutância dos países ditos frugais em apoiar o fundo e recuperação proposta pela Comissão Europeia”, disse.

O deputado eleito pelo PSD pelo círculo eleitoral do Porto, questionou também, o embaixador alemão, em Portugal, sobre as reformas exigidas pelos países do Norte da Europa para que haja um acordo.

“Aliás, o primeiro ministro holandês referiu que não tem pressa em fechar essas negociações e por isso diz que qualquer ajuda que venha do norte exigirá reformas a sul. Pergunto se nos sabe dizer que reformas são exigidas pelos países ditos frugais, para que haja acordo e como é que a presidência alemã pensa que se pode chegar a um consenso de modo a ser aprovado o quadro financeiro plurianual e também o fundo de recuperação. Pergunto se o quadro financeiro plurianual não for aprovado de modo a entrar em vigor a 1 de setembro de 2021,  se concorda com a necessidade da Comissão Europeia apresentar um plano de contingência para a eventualidade do próximo orçamento da União Europeia não estar operacional nessa data?”, interrogou.

António Cunha aproveitou, ainda, a sua intervenção, para confrontador o embaixador quanto ao processo Brexit e o desfecho  das negociações para os residentes estrangeiros no Reino Unido.

“Relativamente ao Brexit. O Reino Unido e a União Europeia iniciaram, na segunda-feira passada, dia 1 de julho, a quinta ronda de negociações sobre a sua situação futura e há uma vontade comum de concluir o acordo até ao final do ano. No início da presidência alemã no Conselho da União Europeia Angela Merkel fez declarações que a União deve e deverá preparar-se para o caso de não ser possível concluir-se um acordo. As quatro rondas de negociações já foram tensas, não permitiram grandes progressos e pergunto, tendo em consideração este impasse duradouro e quase permanente verificado nas negociações e nas consequências relevantes que as mesmas provocarão na vida de todos os residentes no Reino Unido, como é que a presidência alemã prevê que se possam encontrar soluções à adotar neste completo contexto?” questionou.


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