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Covid-19: Vice-presidente da Câmara de Paços de Ferreira adverte para a necessidade dos munícipes cumprirem regras

O vice-presidente da Câmara de Paços de Ferreira, Paulo Ferreira, fez um alerta, na sua página pessoal, para os munícipes não baixarem a guarda e cumprirem com as indicações e diretrizes da Direção-Geral de Saúde e autoridades públicas  locais no combate à crise sanitária que a região e o país continuam a viver.

O apelo do autarca surgiu na sequência de nos últimos dias terem sido identificados mais dois focos no concelho, um numa unidade de polimentos e lacados em Eiriz e o outro na EB 2, Centro Escola de Paços de Ferreira.  

“A situação pandémica que o país e o mundo atravessam deverá prolongar-se por mais algum tempo. Até quando, ninguém sabe. Enquanto a ciência não concluir o seu trabalho, teremos de saber conviver com este vírus. Nos últimos dias foram detetados dois focos no nosso concelho. Rapidamente as autoridades de saúde local fizeram o seu trabalho, tendo sido realizadas algumas dezenas de testes, por forma a permitir encerrar o ciclo de novas potenciais transmissões”, disse, recordando que estes dois focos surgiram após não existir ocorrência de qualquer caso positivo no município.

“Após várias semanas sem qualquer caso positivo, a verdade é que tal não significou que o vírus tivesse desaparecido do concelho. Até termos uma vacina, o que, num cenário otimista, demorará ainda vários meses, devemos continuar a cumprir com todas as medidas preventivas, pois este novo coronavírus não parece querer dar tréguas”; expressou.

Fotografia: Paulo Ferreira

O vice-presidente da Câmara de Paços de Ferreira realçou, também, que para ser possível, manter este regresso à normalidade possível é vital que cada de nós faça a sua parte.

“No nosso concelho, a esmagadora maioria dos cidadãos tem sabido conviver com esta pandemia, usando a máscara, desinfetando regularmente as mãos e mantendo o distanciamento físico. Sabemos que não é fácil. Ninguém estava preparado para isto. Mas para conseguirmos manter este regresso à normalidade possível e impedirmos um agudizar ainda mais grave da complexa situação económica e social que atravessamos, é fundamental que cada um de nós faça a sua parte. A todos aqueles que se encontram com esta maldita doença, votos sinceros de rápidas melhoras. Neste momento, isto é o que verdadeiramente interessa”, sustentou.