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Atleta de Lousada bateu recorde nacional sub-23

Fotografia: Câmara de Lousada

A atleta Ana Raquel Costa, natural de Lousada (Sobreira , Caíde de Rei) onde viveu até aos oito anos, bateu o recorde nacional dos 500 metros femininos Sub-23 e juniores com a marca 1’12″29, nos “Desafios de Verão – velocidade furiosa”, competição organizada pela Federação Portuguesa de Atletismo que decorreu no Complexo Desportivo de Lousada.

O vereador do desporto da Câmara de Lousada, António Augusto destacou que esta  foi a primeira vez que Lousada acolheu esta competição, tendo o convite sido feito a um conjunto restrito de atletas que ocupam os primeiros alugares no ranking de cada das especialidade.

“Sim, estas competições são realizadas por convite a uma número restrito de atletas que ocupam os primeiros alugares no ranking de cada das especialidade. São uma resposta da Federação de Atletismo à ausência das habituais competições. Para esta semana estão agendadas outras duas competições (velocidade e marcha atlética)”, disse, justificando a escolha de Lousada para o evento com o facto da pista do complexo desportivo estar homologada e oferecer todas as condições de segurança necessárias.

Falando do feito da atleta do Boavista, Ana Raquel Costa, o autarca realçou que o feito  obtido pela lousadense destronou recordes de atletas cujo nome é também uma referência no atletismo nacional e mundial.

“Claro que sim. Os dois recordes batidos tinham cerca de 30 anos e pertenciam a duas atletas de renome mundial (Lucrécia Jardim e Carla Sacramento) o que diz muito sobre o desempenho da Ana Costa e cria muitas expectativas quanto ao seu futuro desportivo. Acrescem que são os primeiros recordes nacionais batidos nesta pista”, expressou.

Fotografia: Câmara de Lousada

 O vereador confirmou que a obtenção deste dois recordes é a prova de que o município dispõe de um naipe de atletas que podem singrar com os melhores.

“Sim, é verdade. O nosso expoente máximo é a Sara Catarina Ribeiro que, até ao momento do confinamento devido à pandemia era uma dos seis atletas do atletismo com mínimos para os Jogos Olímpicos, sendo que três eram saltadores e um marchador. A Associação Desportiva de Lustosa tem  feito também um bom trabalho a nível da formação, que já deu títulos regionais”, frisou, salientando que em cada uma das provas o número de atletas foi de 4 ou 5.

“No total de cada uma das jornadas envolveu escassas dezenas de atletas, os treinadores e os juízes do Conselho de Arbitragem. Por razões de segurança as provas não tiveram público”, acrescentou.

Questionado sobre existem condições a curto/médio prazo para retomar os desportos coletivos de pavilhão, o autarca reconheceu que as modalidades coletivas de pavilhão têm sido muito penalizadas.

“Acho que para grupos restritos, poder-se-ia permitir o trabalho individualizado, tal como acontece com outras modalidades desportivas coletivas ao ar livre, cumprindo, obviamente, todas as regras de segurança relacionadas com o distanciamento e não partilha de equipamentos”, avançou

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