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Empresa portuguesa pretende colocar 500 estudantes estrangeiros em universidades portuguesas

A GEDS, empresa portuguesa especializada em programas dedicados à educação privada sem fins lucrativos na área da saúde, está a entrevistar  dois mil estudantes estrangeiros para frequentar universidades portuguesas.

Segundo a empresa, desde 14 de Abril e até 3 de Julho, as cooperativas privadas ou universidades associativas parceiras do GEDS no setor da saúde terão entrevistado mais de 2.000 estudantes estrangeiros que se candidataram às 500 vagas nos pólos do Porto, Coimbra e Almada, estando já em curso contactos noutros países para colmatar a falta de vagas em Portugal.

“De um total de 6 mil candidaturas, a GEDS permitiu às instituições de ensino superior portuguesas selecionar 4 mil de acordo com os critérios de elegibilidade das universidades portuguesas, das quais mais de 2 mil foram e serão entrevistadas para avaliar o trabalho e a capacidade de reflexão do candidato, a autonomia e maturidade para seguir um curso europeu internacional, a capacidade linguística para aprender uma língua estrangeira – português – no prazo de um ano e o conhecimento aproximado ou experiência prática da profissão que pretende seguir”, lê-se na nota que nos foi enviada.

 De acordo com a empresa, em Setembro de 2020, a GEDS irá colocar 500 dos 6 mil candidatos já inscritos para o próximo ano letivo nas universidades parceiras, assegurando todo o processo administrativo das candidaturas internacionais através de uma plataforma dedicada.  Ao mesmo tempo, a GEDS irá organizar cursos de língua portuguesa para que os estudantes possam aprender a língua do país de acolhimento e integrar-se mais facilmente na comunidade académica e no contexto sociocultural.

A Cooperativa de Ensino Superior Politécnico e Universitário (CESPU), na região do Porto, a Escola Universitária Vasco da Gama (EUVG), em Coimbra, e a Cooperativa de Ensino Superior Egas Moniz (CESEM), em Almada, são as instituições que acolhem este programa dedicado ao ensino privado na área da saúde, que já representa vários milhares de estudantes francófonos a estudar em universidades portuguesas nos últimos cinco anos.

“O principal objetivo destas entrevistas é avaliar a capacidade dos estudantes para completar com êxito a formação que receberão, a fim de garantir que serão os profissionais mais acreditados quando entrarem no mercado de trabalho.  Como temos muito mais candidatos do que vagas, as nossas universidades têm a oportunidade de selecionar os melhores candidatos e proporcionar-lhes uma excelente formação nas principais universidades, posicionando assim Portugal como um país de acolhimento de candidatos internacionais”, disse Gilles Belissa, fundador e CEO da GEDS”, referiu.

Fundada em 2015, a GEDS iniciou as suas atividades em Portugal no mesmo ano, lançando um programa que se confunde com o Erasmus. O programa GEDS permite que a educação sanitária privada tenha estudantes francófonos presentes em Portugal durante o tempo integral do curso superior, o que constitui uma importante virilidade para todas as comunidades envolvidas. Entre os cursos mais procurados contam-se a odontologia, seguida da medicina veterinária, fisioterapia, ciências farmacêuticas, ciências biotecnológicas e osteopatia, registando uma taxa de empregabilidade de 98% no regresso aos países de origem.