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Juventude Pacense prepara nova época a pensar nos lugares cimeiros

O Juventude Pacense Hóquei em Patins, formação que milita na II Divisão Hóquei Zona Norte está expectante  em obter um bom resultado esta temporada e lutar pelos lugares cimeiros.

Apesar de ser  ainda uma incógnita e de não estar definido o arranque dos trabalhos e início da competição, fonte da direção da Juventude Pacense Hóquei em Patins revelou que  o Juventude Pacense tem por objetivo cimentar a sua posição enquanto clube e equipa de referência e lutar pelos lugares cimeiros da classificação.

A mesma fonte esclareceu que o plantel para a próxima época já está encerrado. 

“O Plantel encontra-se já encerrado. Da equipa sénior saíram dois jogadores por opção técnica, um que rejeitou o convite para integrar a equipa de sub23 e dois saíram por vontade própria. Os reforços, todos eles referenciados pelo treinador são os GR Alexandre Costa () Ex-FC Porto B) e Carlos Silva (ex- Sporting de Tomar) e os jogadores João Campos (ex- CH Carvalhos) e Zé Braga (ex- AD Limianos)”, disse.

Segundo a Juventude Pacense, a escolha de Paulo Morais para técnico da formação da Capital do Móvel vem dar mais consistência à equipa.

“O Paulo tem o know how e a experiência para liderar um projeto como o nosso. Além do mais, trata-se de uma pessoa com uma grande vertente humana e que respira hóquei em patins”, disse a mesma fonte, realçando que Paulo Morais é um técnico com liderança forte e experiência.

Falando  dos objetivos desportivos para a época  2020/21, a direção do Juventude Pacense apontou a formação como vetor fundamental do clube, estando prevista a contratação de um rol de treinadores experientes.

“Na formação queremos continuar a crescer em prol dos nossos jovens que todas as épocas disputam os nacionais em quase todos os escalões. Queremos que venham a ser o futuro do clube. Para isso temos já definido um rol de treinadores experientes, quando todos já com muitos anos de casa, como o Cristiano Meireles (iniciação), Filipa Leal Bessa (Benjamins), Vítor Hugo (escolares), Hugo Moreira que regressa a este clube onde foi atleta (sub13 e sub15), Pedro Martins (Sub-17) e Pedro Barbosa e Zé Tó  que conduzirão os destinos de sub19 e sub23. Em termos seniores não podemos ignorar que o nosso plantel é acima da média, mas isso só se prova na pista. Queremos mais e melhor, muito mais e muito melhor”.

Ainda sobre os  resultados obtidos na época 2019/20, a direção esclareceu que assumiu que se  o campeonato tivesse continuado, a Juventude Pacense teria melhorado a classificação.

“A segunda divisão nacional é muito competitiva. A primeira divisão é o melhor e mais competitivo campeonato do mundo, o que por inerência, leva a um elevar da fasquia competitiva da segunda. Quanto a candidatos… Não é fácil. Há muitas equipas fortes e qualquer uma pode “dar cartas””, acrescentou a mesma fonte, que assumiu  inicialmente, ninguém esperaria que as coisas terminassem assim, mas a certa altura, foi dúvida a melhor solução.

Já quanto ao “timing” da decisão da Federação Portuguesa de Patinagem para cancelar as provas, a Juventude Pacense destacou que quer Federação Portuguesa de Patinagem quer a Associação de Patinagem do Porto têm tido uma postura exemplar de preocupação com a realidade dos clubes.

“Até ao momento, todas as decisões da FPP e APP têm a nossa concordância”, assegurou a direção reconheceu que confirmou que a paragem de treinos e jogos tem acabou por ter graves implicações financeiras na realidade do clube.

“O cancelamento dos jogos propriamente ditos, não tem um impacto económico muito relevante; mas é óbvio que toda esta situação que envolveu a paragem de treinos e jogos tem graves implicações financeiras na realidade do nosso clube”.

A direção concordou, também, que na sequência da crise sanitária os clubes vão ter de fazer reajustes nos seus orçamentos.

“Certamente que sim. Somos uma instituição que vive de apoio das empresas e se estas foram afetadas, nós seremos também. Obviamente que o município tem sempre um papel de relevo na medida em que está sempre atento ás dificuldades das coletividades do concelho”.

Para já o início dos trabalhos e o regresso às competições é ainda uma incógnita.

“Contamos e esperamos que tudo volte à normalidade nos “timings” habituais da época desportiva”, avançou a mesma fonte.

Na época transacta o Juventude Pacense terminou em oitavo lugar com 25 pontos.