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PS Porto defende que eixo ferroviário do Vale do Sousa é um instrumento de desenvolvimento regional

A Federação Distrital do PS Porto defende que o projeto da Linha do Vale do Sousa pode ser um instrumento de desenvolvimento regional.

Questionada pelo Novum Canal sobre a importância desta linha, fonte da Distrital do PS Porto confirmou que o novo eixo irá contribuir para a coesão territorial e a mobilidade do território.

“Trata-se de um projeto das Câmaras socialistas da região, Paços de Ferreira, Paredes, Felgueiras e Lousada, a que se associa também Valongo, projeto esse que a Federação tem apoiado desde sempre e que tem caminhado com passos firmes, na medida em que pode constituir-se como um grande instrumento de desenvolvimento regional”, revelou.

 No domínio da ferrovia, a mesma fonte manifestou que há ainda que considerar a reconstrução da linha do Tâmega, entre a Livração e Amarante e resolver em definitivo a questão do IC-35, ligando Penafiel ao Sul do Marco de Canaveses, minorando a insegurança e dando à indústria da pedra a acessibilidade de que ela tanto necessita.

“Ainda nesta área há também que avançar com a variante da Mesquinhata (ligando Baião a Cinfães) e com o acesso de Baião à Ponte da Ermida. São projetos relativamente pequenos, mas com enorme impacto na correção de assimetrias territoriais inaceitáveis. Finalmente, há que valorizar os serviços de saúde. Especial atenção merece o Hospital de Penafiel e, sobretudo, o Hospital de Amarante, cujas potencialidades estão ainda longe de estar esgotadas”, afirmou o PS Porto que esclareceu que região do Tâmega e Sousa tem problemas próprios que a crise atual pode agudizar.

“Temos, ao mesmo tempo, a oportunidade para reclamar – e concretizar – investimentos públicos que podem mudar, de forma estrutural, esta realidade. Em primeiro lugar investir nas pessoas. Modernizar o sistema de ensino, assegurando o acesso de todos com conforto e qualidade. Adaptar o sistema de formação profissional às necessidades das empresas e às aspirações dos jovens, fazendo tudo isto de forma integrada. Depois, há importantes questões de mobilidade para resolver. Insere-se aqui o projeto da Linha do Vale do Sousa”, lê-se na nota enviada.